Os comentários e pensamentos diários do Pateira... lo que se dice y piensa a diario en Pateira... our day-to-day business... ![]()
Diário de uma PME
Época de crise, inflação e consequente aumento dos custos nos factores de produção, baixa na procura, quebra previsível nas vendas, que fazer?
O tradicional é, parar os investimentos pelo menos até ver "em que é que param as modas", cortar custos - nas comunicações, deslocações, consumíveis, etc - e inovar (significando isto para a maioria das PMEs, vendam seja de que modo for, com descontos, promoções, aldrabices, e por aí fora). E, se se conseguir dispensar alguém, melhor ainda.
Bom, mas há quem ache que se pode aproveitar a recessão para investir, para pensar na verdadeira inovação ou para reestruturar o "modus operandi". E há quem consiga, por este meio, obter belíssimos resultados a médio e longo prazo. Claro que há que contar com o sacrifício do "hoje".
Há, porém, uma terceira via, menos radical, mas de eficácia a toda prova: mexer com os métodos e processos. Não traz os resultados imediatos do cortar custos - que, note-se, pode trazer dificuldades acrescidas no momento da retoma - nem requer os recursos avultados da inovação e da reestruturação.
Mexer com os métodos e processos é o tipo de atitude do "mudar de vida" tradicional do 1º de Janeiro: vou deixar de fumar, vou emagrecer, vou trabalhar mais, vou dedicar mais tempo à família... tudo muito bonito, mas hélas, só funciona durante meia dúzia de dias! Porque falamos de uma nova filosofia de vida, falamos de um compromisso a longo termo, falamos do empenhamento total e perseverante do gestor. Por troca, os benefícios são diminutos e só atingem relevância ao fim, por vezes, de meses ou anos. E nós, portugueses, somos mais apreciadores de resultados "palpáveis e rápidos".
Letters to Carla Miranda
Dear Carla,
Lately I've been fantasizing about having a threesome with my boyfriend and another girl. I love my guy, but now I'm wondering if I might be bisexual. How should I go about talking to him about this?
Twiggy
Hi Twiggy,
It's totally normal to think about all sorts of sexual scenarios. But it doesn't mean you have to -- or even want to -- turn your fantasies into reality.
Nor does it mean you're bisexual. It's quite common for straight women to become aroused by the idea of having sex with another woman. Read my books, not my lips, ok?
This kind of sexual experimenting requires an exceeding amount of maturity, not to mention a very tight bond. So, if you are for real, send me a picture of your boyfriend, and maybe, we can work it out.
And remember Twiggy, play it safe, ok?
Kisses,
Carla Miranda, PhD in Sexology
Ensinamentos do Guru JCF
Nosso Senhor Jesus disse:
"Na vida, tudo tem um fim"
...excepto a salsicha que tem dois!
Jerhome C. Fuchs in "Tubology, the Church of the Future”, Year Zero of the Tubology New Era, McGregor & McArthur ISBN 123xx6789?? - Tradução e adaptação de acordo com o novo acordo ortográfico
España al Día
Hola, que tal?
La suspensión de pagos de Martinsa Fadesa - la deuda bancaria de la empresa asciende a 5.146 millones de euros! - há dado la puntilla a la bolsa española y se teme una reacción en cadena tanto de inmobiliarias como de entidades financieras. La crisis es real y va a peor, si no lo arreglan y, a corto, tiene mal arreglo. Fondos oportunistas de la propia Morgan Stanley, Lehman Brothers, Shinsey Bank, entidad participada por Santander, Citigroup, y el fondo especializado en deuda sofisticada Coltrane han adquirido deuda de Martinsa Fadesa con descuentos de hasta el 50%! Además, el Ibex 35 ha caído hasta la cota de los 11.000 y el índice de la Bolsa de Madrid pierde desde enero un 26%. Que batacazo, hombre!
La Alta Velocidad - AVE - creó importante reducción del tráfico aéreo en España. Los vuelos de Madrid a Málaga se han reducido en un 17,6% durante el primer semestre de 2008 y las conexiones aéreas entre la capital y Barcelona han sufrido un descenso del 14,2% en el mismo periodo. Apesar de ello, los aeropuertos españoles han registrado durante los seis primeros meses del 2008, más de 99,1 millones de pasajeros, un 2,8% más que en el mismo primer semestre del 2007.
Para finalizar, el Gobierno ha convocado el 24 de julio a un grupo de expertos para conocer su opinión sobre la actual situación de la economía. Cuatro días después, el 28 de julio, hablará en el Congreso, y de forma extraordinaria, el vicepresidente segundo y ministro de Economía y Hacienda, Pedro Solbes. Os digo que del grupo de expertos no va a acertar ninguno, hóstias!
Venga, hasta luego,
Desde Madrid, Emílio Santoro
A Minha Coluna
As imagens do tiroteio ocorrido em certo "bairro degradado" de Loures causou muitos engulhos aos políticos e comentadores da praça, sobretudo àqueles que gostam de ser conotados com a "esquerda pensante"; o problema é deveras complexo, há várias causas por detrás disto e, desconfia-se, claro, que uma certa política neoliberal que, de há muito o país segue, poderá estar na raíz disto tudo.
Mas, por absurdo, imaginemos que eram skinheads, brancos e de extrema-direita a disparar as mesmas armas. O problema seria complexo ou de fácil resolução? E a resposta seria ou não repressão, prisão, julgamento e todos para trás de barras, durante alguns anos!? Seria.
Agora, porque é que isto tudo muda com a raça, o credo ou a cor da pele? Porque vamos atrás da conversa de idiotas que usam o verbo da falácia e da estupidez como única justificação de vida. Há por aí muito "sábio pensante" que passou a vida nas faculdades a "arrastar o cú pelas paredes". Quando finalmente chegaram aos partidos e à comunicação social é que se lembraram de defecar ideias pôdres de velhas. O bom selvagem do Rousseau nunca existiu!
Não há raças malditas, não há cores boas ou más. O branco - português ou alemão -, quando à solta, faz a "Santa Inquisição" ou cria o "Terceiro Reich". Se não fossem os Estados de Direito, matávamos o vizinho para lhe roubar a fortuna e tranquilizávamos a nossa consciência - nós, os bons católicos - pensando que éramos a mão castigadora do Deus irado.
Não há muito que pensar: basta trocar a cor e o aspecto do atirador para branco, com cabelo rapado e cruz gamada tatuada. É remédio santo.
O Provedor do Blogue
Caros e Incautos Leitores,
Brados de burro não chegam aos céus, Por Diós!
Vede bem o topete daquele Luís Filipe: a dizer aos quatro ventos que, no tempo dele, eram todos "mais representativos, intelectualmente mais sólidos, culturalmente mais bem preparados, politicamente mais experientes, ideologicamente mais esclarecidos, mais carismáticos e melhores comunicadores". Valha-nos Santa Engrácia, Por Diós!
Ó dona Manuela, não ligue, deixe-os lá com estes devaneios quixotescos e leve a sua caravana avante. Eles hão-de cansar-se.
E quanto a vós, meus incautos, que tendes posto estes passarocos emplumados no poleiro, vejo que andais amofinados com esta coisa da crise, mas pensai bem: isto há-de passar e vós ides longe. Não acreditais? Então raciocinai - isto quer dizer pensar - comigo: ora com mais umas centenas de quilómetros de autoestradas, com um veloz TGV e com um magnificente aeroporto de fazer inveja aos espanhuelos, só parais quando chegardes à Etiópia! E, uma vez mais, aproveitai para verdes se conseguis encontrar o Prestes João. Ele deve ter lá à vossa espera uns belos barris de petróleo para enfiardes pela goela abaixo. Assim como assim, já estais habituados a enfiar barrete atrás de barrete. E, entretanto que se fazem as obritas, aproveitai e continuai a gastar à tripa forra. Não custa nada, é só pedir o cartãozinho dourado ao Totta.
Eu, por mim, estou quase de abalada para a minha Isla Cristina, até porque los nuestros hermanos ainda deixaram alguns metros de praia livres de mamarrachos e de xuxas, que as tetas já secaram.
Escrevei-me, mas... cautela com o meu lápis azul!
O Provedor do Pateira, Prof. Emerenciano Cuadrado
Technology, Faith and Human Shortcomings
From TED, a religious leader's words for the weekend? Maybe, but most of all, words of wisdom from Rev. Billy Graham - a TEDtalk recorded back in 1998.
A Conjuntura
O responsável máximo do Banco de Portugal fala e, de repente, parece que cai o Carmo e a Trindade. Porque será? Bom, que a economia não está para grandes festas, isso todos nós sabemos, agora porquê tanto susto...
Eu não sou adivinho e, por isso, também não sou economista, mas sei ver quem está a sofer mais - por agora - com esta crise: o sector financeiro e o imobiliário, que o mesmo é dizer que a coisa está preta para aqueles improdutivos especuladores que gostam de ganhar muito dinheiro, sem grandes riscos e, principalmente, sem trabalho nenhum. Aqueles a quem eu chamo os investidores do telemóvel. Acresce que estes "investidores" ganham muito e praticamente não pagam impostos, uma vez que as suas flamantes empresas "residem" em pequenas ilhotas do Caribe e quejandas.
O pior é que o mexilhão não vai escapar à onda, mesmo que nada de errado tenha feito para o merecer. Os indicadores de conjuntura apontam para mais inflação, mais desemprego, mais "apertar o cinto".
Seria bom que o nosso Governo que tão constrangido se sente em dizer-nos algumas verdades - omitindo outras -, optasse um pouco mais pela acção. Já que nos avisam que devemos alterar os nossos hábitos de algum excesso de consumo, deveriam dar o exemplo em casa. Que tal cortarem algumas benesses aos "boys", ou reduzirem as frotas de veículos em 50%, ou cortarem as avenças às grandes firmas de advogados e consultores? Sempre se poupavam uns valentes milhões. Dava bem para o Dr. Constâncio mandar construir umas 2 ou 3 centrais atómicas...
Value Public Management
É lícito concluir que o Governo ainda não conseguiu implementar o PRACE (Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado), uma vez que este se iniciou há três anos e os resultados práticos são indubitavelmente insuficientes...
... Ou seja, nota-se esforço de reestruturação e alguma legislação surgiu, mas falta ainda uma visão de enquadramento e uma boa e atempada execução. Acima de tudo, falta ainda uma filosofia de "value public management" que, permanentemente e em diálogo com os cidadãos, avalie o valor acrescentado por cada serviço público.
Compromisso Portugal - O Estado da Governação em Julho de 2008
Duas notas:
A visão do enquadramento - reforma-se, para se atingir o quê? Menos custos? Não chega! Primeiro, há que definir o papel do Estado e depois, sim, quanto é que estamos dispostos a pagar para mantermos esse Estado e por que tipo de serviços é que temos direito a esperar.
O value public management - até parece que há o medo da palavra certa: avaliação! E, aqui, o funcionalismo público terá mesmo de mudar. Não podemos ter duas sociedades com dois pesos e duas medidas. Quer a socialdemocracia, quer o socialismo democrático, assentam na base da igualdade de direitos, oportunidades e deveres. Não podemos mais permitir que as minorias tomem conta das ruas e criem um "estado de facto" para as suas conveniências. Têm de nos prestar contas, pois somos nós quem paga.
O Governo e as Empresas
A política do Governo quanto ao posicionamento do Estado no mundo empresarial, seja directa ou indirectamente, surge como um aspecto negativo do desempenho governamental. De facto, o poder e influência do Governo na área empresarial do Estado, e, em geral no mundo empresarial, não se tem atenuado, com os aspectos negativos conhecidos, desde a não libertação de actividades para a iniciativa privada, até ao condicionamento dos mercados, limitando a sua maior abertura e flexibilidade.
Compromisso Portugal - O Estado da Governação em Julho de 2008
Estou de acordo com esta análise, pois ela não é mais do que a mera constatação de factos. Mas acrescentaria que a culpa deste estado de coisas não recai só no partido Socialista, pois o PSD, enquanto co-detentor do poder - para não lhe chamar alternativa - actuou e actua da mesma maneira. Mas, a culpa não morre aqui, pois muito empresário português, em público, poderá apoiar esta posição, só que, em privado, fazem-nos lembrar certo pároco de aldeia que dizia: olhái para aquilo que vos digo e não para aquilo que faço.
España al Día
Hola, que tal? De acuerdo con la ultima lista de Fortune 500, once empresas españolas están entre las mayores del mundo por ingresos, con datos del ejercicio 2007, dos más que un año antes. Tres han entrado en la clasificación (la eléctrica Iberdrola, la constructora FCC y la aseguradora Mapfre), ocho de las once han mejorado sus puestos y sólo han caído Cepsa (que baja 16 puestos) y Repsol (dos puestos menos). Cuatro están entre las 20 del mundo que más han aumentado sus ingresos respecto a 2006: Mapfre (73,4% más), Iberdrola (73% más), ACS (65,3%) y FCC (61,1%). Bién, hombre!
El Índice de Precios al Consumo (IPC) creció en el último trimestre un 0,6% para arrojar una variación interanual del 5%, el peor dato desde 1993. El ministro de Economía, Pedro Solbes, descartó que España esté atravesando un periodo de estanflación (estancamiento más inflación), y adelantó que la economía creció un 0,1% ó un 0,2% en el segundo trimestre. También confió en que el IPC se modere antes de que acabe el año si el precio del petróleo “no da sorpresas”, pero los expertos apuntan a un 6% al final de año. Y en quién vamos a creer? Hace 2 años llenaba el deposito de mi coche con 40 euros ahora lo lleno por 65. Mas de un 50%, hóstias!
El iPhone 3G de Apple, el teléfono más deseado de la historia, se empezó a vender el viernes 11 de julio, en España. Telefónica, la compañía que lo venderá en exclusiva durante varios años, ha anunciado los precios oficiales que fluctúan entre cero y 360 euros. Apple ha asegurado a Telefónica unas 120.000 unidades para venta en los primeros tres meses (julio, agosto y septiembre) así que habrá lista de espera, porque ya hay 200.000 peticiones. Y dicen que esto va mal... para Emílio!
Venga, hasta luego,
Desde Madrid, Emílio Santoro
A Minha Coluna
Estamos em maré de relatórios: começámos com o do Compromisso Portugal, seguiu-se o da Sedes e, no dia 10, o da Associação Industrial Portuguesa. Tive oportunidade de os ler - uns melhor, outros "en passant" - mas o que mais me surpreendeu foram os comentários subsequentes a cada um deles, na comunicação social.
Com algum espanto vi elogios ao profissionalismo e isenção das conclusões do Compromisso Portugal sobre o Estado da Governação. Afinal, os integrantes do C. P. não são empedernidos defensores do capitalismo selvagem, nem ultra-liberais e muito menos pretendem despedir trabalhadores só porque estes são de esquerda. Esta nova "imagem" terá algo a ver com o facto da análise apresentada não arrasar o governo de José Sócrates?
Passando às conclusões da Sedes, aí o Governo e o PS juntaram-se ao coro da comunicação social na condenação de tal documento, porque - dizem - o mesmo é contraditório em relação ao anterior de Fevereiro que considerava "que o país estava a caminhar para uma crise social gravíssima e que o Governo não estava a ser sensível para isso”. Talvez que aquela ideia de o relatório acusar o executivo de José Sócrates de estar a governar a pensar nas eleições de 2009 e não na administração do país, tenha algo a ver... ou, então, Roma não perdoa aos seus traidores...
Quanto ao da AIP, o que ressaltou foi que as empresas - o estudo foi feito a um universo de 1260 empresas em Maio/Junho/2008 - disseram maioritariamente (88%) que a conjuntura económica é "má ou muito má". Eu também respondi assim e vejo isto como uma verdade de La Palisse. Agora, porque é que não se disse, que, no geral, o inquérito revelou que o ano de 2007 foi para as empresas muito melhor do que 2006, que os níveis de investimento, resultados financeiros, incrementos de vendas, dívidas, manutenção dos postos de trabalho, exportações, etc., etc. são todos positivos? Eu que sigo esta avaliação há vários anos, raramente vi resultados tão bons. Claro que há parcelas más, mas são uma minoria.
Concluo pois, que os nossos "opinion makers" e comunicação social, em geral, conseguem ser mais pessimistas do que o nosso papa na matéria, o Dr. Medina Carreira. Para quê e porquê, não é difícil de adivinhar.
O Provedor do Blogue
Caros e Incautos Leitores,
Isto já parece o Líbano, Por Diós!
Mais um incidente isolado, poucas horas depois de outro incidente isolado, só por acaso, precisamente na mesma barriada e com a mesma bandidagem. A única diferença é que desta vez estava lá uma câmara de televisão. Já não é preciso ir à Palestina, ao Líbano, ao Iraque ou ao Soweto. Eles andam aí!
Ao tiro, com espingarda de cano serrado, com pistolas de todo o calibre e feitio. É fartar vilanagem! Claro que tudo isto não passa de uma pequena desavença de gente de bem e, ainda por cima, portuguesíssima dos quatros costados. Se calhar, só no dia em que uma bala destes arruaceiros acertar num filho de político, de juíz ou de chefe de polícia é que vamos começar a gritar aqui d'el rei!
Infelizmente não há nada a fazer, porque se trata de pobres e indefesas vítimas do sistema e da crise internacional. É o petróleo, é o preço dos alimentos, é a taxa de juro das casas que esta gentalha ocupa de borla, pagas por todos vós, é do subsídio de rendimento mínimo para andarem ao tiro ao prato, etc, etc. Só que, quando nacionalistas portugueses legítimos - nascidos do Minho ao Algarve - dizem, e muito bem, que Portugal é para os Portugueses, manda-se os polícias dos GOE e respectivos cães prendê-los porque são um perigo para a sociedade e para a democracia.
Essa escumalha estrangeira que se está a apropriar desta nação, esses, são uns coitadinhos que não merecem prisão, mas antes a nossa solidariedade. Merecem pois viver à custa do Zé Povinho que trabalha e paga os seus impostos para esta malandragem andar de costa direita aos tiros, em plena luz do dia, na própria capital da Nação.
Escrevei-me, mas... cautela com o meu lápis azul!
O Provedor do Pateira, Prof. Emerenciano Cuadrado
Concorrência
Fonte: diarioeconomico.sapo.pt, 9/07/2008
A Vodafone já controla 40% das receitas de serviços no mercado móvel em Portugal e, se mantiver o ritmo dos últimos anos, ultrapassará a TMN, o líder histórico do mercado. A quota da gigante mundial de telemóveis, em crescimento desde o ano fiscal 2003/04, aproxima-se a passos largos dos 42% da líder de mercado TMN e fica muito acima dos 18% da Optimus.
“Não traçámos a liderança do mercado como objectivo, o que queremos é consolidar a nossa quota nos 40% e crescer em novas áreas”, disse António Carrapatoso em declarações ao Diário Económico. “Se surgir a possibilidiade de sermos líderes, não a enjeitaremos”, acrescenta, desde que isso não comprometa a rentabilidade. “A partir de certa altura a concorrência também reage de forma mais agressiva.”
Se há em mercado em Portugal onde as empresas privadas dão o "tudo por tudo" esse é o das TICs, isto é, das telecomunicações e da informática. Isto, apesar de alguns "ses" também referidos pelo António Carrapatoso nesta entrevista ao Dìário Económico. Seguramente que haverá mais "ses" por parte de Zeinal Bava, Paulo Azevedo, Rodrigo Costa e outros.
Agora, como acima se lê, a concorrência tem os seus limites - o lucro ou rentabilidade; conheço o meu Colega Carrapatoso e sei que, para ele - e, para muitos mais -, o 2º é apenas o 1º dos últimos. E, se calhar, o problema não será tanto o de ultrapassar a TMN, mas sim o quando. Não fosse essa pequena questão da rentabilidade e a mãozinha visível do iPhone faria o "quando" já amanhã. Aceitam-se apostas...
Blogue Intimíssimo
Confesso...
...é o grito, o brado, o exclamor, a explosão
louco sentimento misturado em paixão,
que sinto por ti e é tão delirante...
que só se acalma quando adormeço
e, do mundo da vida, das dores esqueço,
no pouso encantado do teu peito amante!
YÔOOOO, brows...
Ganda cena man! É pa´esta saiu bem cá de dentro, assim tipo vagina acima, tá? É a inspiração, a minha Amy Winehouse. Ontem passei-me com a garina na TV no concerto daquele brow do Zimbabué que saiu da pildra há bué de anos. A parte final, com a Amy no free manda ela... chocante, meu! É que o mangas da Amy também tá na choldra. Pra ti minha, pra ti.
Tá, pessoal. Vou bazar. Tchau.Apontamentos de Kátia Vanessa, blogue Intimíssimo




