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Blogue pessoal de Luís Antunes.  Espero que gostem.  Agradeço a vossa visita e possíveis comentários. 

Personal blog of Luís Antunes.  I hope you enjoy it.  Thanks for the visit and comments. 

Bitácora personal de Luís Antunes. Espero que sea de su agrado.  Gracias por la visita y comentarios. 

 

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Os comentários e pensamentos diários do Pateira... lo que se dice y piensa a diario en Pateira... our day-to-day business...  Can't write anything.

Entries in Renato Prado (44)

Domingo
23Dez

Renato Prado dixit

renato prado.jpg

Prezados Leitores,

Hoje, como não podia deixar de ser, deixo alguns conselhos para as empresas relaizarem as suas festas de Natal:  

Avisem os vossos colaboradores da data da festa, com alguma antecedência.  De preferência, reservem para a hora do almoço, um salão privativo de festas de alguma churrascaria.  Tenham um conjunto musical a tocar cantigas de Natal e não se esqueçam de pedir ao Vice-Presidente da empresa para aparecer vestido de Pai Natal (de Menino Jesús, Rita?  Com este frio?  Cruzes, credo!).  Ah! e não se esqueçam de colocar muitas bebidas e da troca de presentes entre colaboradores.  Limitem o valor das prendinhas a 10 euros, por causa da crise  

Se houver trabalhadores judeus, mudem o nome da festa para "Festa de Final de Ano" e mandem retirar a árvore de Natal.  O Vice-Presidente que venha de Armani.  Substituam o conjunto musical por música gravada de ambiente.

Caso haja colaboradores mulçumanos, anulem o almoço, porque estamos no Ramadão (não é Ramalhão ao pé de Sintra, Rita, é Ramadão!) e façam antes um jantar.

Se houver alcoólicos anónimos, sirvam só cerveja sem álcool.  Tem óptimo sabor, é mais barata do que o vinho e os muçulmanos agradecem.

Caso haja colaboradores vegetarianos, esqueçam o bacalhau e sirvam só os "todos" (nunca ouviu falar em bacalhau com todos, Rita?).

Se houver gays, ponham-nos juntos na mesma mesa e não esqueçam o jarro de flores.  As grávidas sentem-nas perto das casa-de-banho. Ponham assentos baixos para pessoas altas e assentos altos para pessoas baixas.  Para os que trouxerem criancinhas, arranjem uma baby-sitter e palhaços. 

E prontos, viram que fácil é organizar a vossa Festinha de Natal, perdão de Fim de Ano?  Comecem, então a trabalhar, porque já só falta pouco menos de um ano.

Tenham todos um Santo Natal.

Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
09Dez

Renato Prado dixit

renato prado.jpg

Prezados Leitores,

Eu peço imensa desculpa pelo qui pro curo (é ispaniol antigo, Rita) da semana passada.  Realmente não sei o que se passa com este país quando, horrorizado, vejo que até num blogue fino como o Pateira, um boçal do género desse Zé Tê é preterido e passa à minha frente (ao contrário, Rita? Aqui quem manda sou eu, tá?).   

Eu já estou como o Senhor Professor Provedor:  Por Diós!, porque já não há decência.  Há muita gente que deveria ler o Livro Das Boas Maneiras da minha kida Senhora Doutora Paula Bobone.  O meu prezado e admirado Bastonário Zé Miguel Júdice, por exemplo.  Ó Zé, o menino nem parece de Coimbra!  Atão vai chamar de Mussolini o seu Colega Marinho?  Mas o menino acha que o Marinho é comunista? Cruzes, credo!   O menino tá aqui tá a chamar ao ainda Bastonário, o nosso kido Rogério de Berlusconi (esse é socialista, sou burra!).  Oiça lá Zé Miguel, porque é que você tá zangado com toda a gente?  Só falta que qualquer dia corte relações com outro seu Colega, o meu adorado Pedro Santana Lopes.  Olhe que ele não é do PSD, mas sim do PPD.  Se o fizer, juro-lhe que corto relações com o menino, tá a ouvir?

Isto para não falar no verdadeiro jet-set (adoro o Francês) que esse está, como todos nós sabemos na banca (não é a dos jornais, sua burra, é a outra, a que manda no país.  Ai, a menina tá parva, Rita!).  E aí, a banca. virou a da Dona Rosa... viram o trocadinho?  A banca da Dona Rosa... a peixeira da Ribeira?  (bolas, Rita, parece mas não é a Dona Branca, filha!).  Eu percebo lindamente a atitude do Senhor Engenheiro.  É que não há pachorra para perceber o sotaque cerrado (sotaque, não é ataque, Rita!) do Joe.  Prontos, lá na Camacha ou no Curral das Freiras é assim:  tudo às escuras, tão a ver.  O Talone ainda não tava lá na EDP, senão tinha iluminado a casa do nosso kido Joe, para a mãe poder dar à luz convenientemente.

E vou acabar, porque senão vem aí o troglodita da semana passada e é preciso ter cuidado que essa gente agora deu para andar à bomba uns nos outros.  Graças a Deus que, como diz o nosso Ministro da Administração Interna, os números provam que a criminalidade em Portugal está a descer (pois é Rita, a segurança está em baixa).  Mas antes, uma saudação muito especial aos nossos kidos Zés, o Sócrates e o Barroso, porque fizeram um festa muito linda para todos os nossos convidados europeus que vêem assinar o Tratado de Lisboa.  Bem hajam.  (ó Rita, adorei aqueles beduínos, orangotangos e múmias paralíticas todos cobertos de ouro e diamantes.  Aquilo era o Cirque du Soleil, não era?).

Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
18Nov

Renato Prado dixit

renato prado.jpg

Prezados Leitores,

Vocês sabem que eu detesto a coscuvilhice (cale a boca Rita! A menina até parece o labrego do Chávez, que horror!).  Mas hoje tenho de vos falar de um infausto acontecimento acontecido na high society (adoro o Francês), mas nego-me a falar em nomes.

Muito menos daquele sirigaita do David (já viu a pinderiquice de pôr dois ts no Mota, Rita?), filho da socialite Maria das Dores (socialite e com este nome?) que, afinal não era filho do falecido mas sim de outro e que falsificou um cheque do morto no valor de €125,000.- (Ai Rita, é uma resma de notas, kida).  Prontos, o David é assim a modos que excêntrico como aquela coisa do Castelo Branco, que é amigo dele e também da múmia paralítica da mulher, a tal de Fazketem, que afinal não é nada rica e anda mas é a vender jóias de pechisbeque aos pindéricos que vão a casa deles convidados para jantar bacalhau com natas e, no fim, parece uma daquelas vendas da tapareguere e férias no resort da Tavira.

Mas dizia eu, o David que se veste a imitar aquela coisa do Castelo Branco que andou lá pela TVI (a mim estão fartos de me chamar Rita, mas eu não entro em melodramas feitos lá pelos franceses da Endemol) gastou a batelada de dinheiro que roubou ao defunto em malas da Louis Vuitton, relógios Rolex e outras coisas que são para gente de bem e não para betinhos mal enjorcados. 

Ainda por cima, o David não tem noblesse (detesto inglesismos!) para usar acessórios de requinte que, como vocês sabem são criados para serem usados por quem tem berço, assim como o meu querido Pedro Santana Lopes que os pode luzir lá na bancada para aqueles duelos com outro querido amigo, o Zé Sócrates.  Eu, por mim achei o máximo, sobretudo quando o Pedrocas vinha cá fora falar com a imprensa para explicar o que se tinha passado lá dento.  Giro, não acharam?

Voltando ao David queria acrescentar...

Acabou?  Não posso dizer mais nada... vai cortar?... e os meu queridos leitores...  ó Rita, a culpa é sua!  Mexeriqueira!

Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
04Nov

Renato Prado dixit

renato prado.jpg

Prezados Leitores,

Cá estamos nós, de volta, porque sabemos que vocês estão sempre ansiosos para saberem mais sobre imagem e bem estar (não é nesse sentido, Rita! Eu cá não sou economista, credo!).

Prontos, e o saber estar tem muito que se lhe diga, mesmo quando nos referimos àqueles que deveriam ser a créme de la créme (detesto inglesismos!).   Refiro-me, com muita pena minha, aos senhores banqueiros e também aos senhores comendadores.  Sim, porque não é qualquer um que chega a ser Comendador (Comendador é aquele que tem mérito, ou seja muito dinheiro, percebeu, Rita?).

Julgo também que qualquer banqueiro tem por máxima (não Rita, não falo da revista) guardar sigilo sobre os rendimentos dos seus clientes.  O que o meu querido Fernando disse ao nosso Joe é um crime de lesa-majestade (sei lá Rita deve ser dos tempos dos reis!).  Pedir ao Joe para revelar as contas da sua Fundação, que horror!   Bem fez este quando lhe respondeu que não estava para pagar milhões de dólas aos administradores dos seus bancos.  Ora tome lá Fernando, porque você perdeu uma boa ocasião de estar caladinho. 

O menino devia ter feito como o seu parceiro do lado, o meu prezado João Rendeiro, que não é por acaso que é presidente do Banco Privado Português.  Tá a ver Fernandinho, "Privado", percebe?  Reparou como ele ouviu bem o Joe, quando este o avisou que deveria portar-se bem, pois já tinham sido sócios?  É como as "meninas", meu querido.  Em casa, vale tudo, mas na rua, sempre madames!

Pois é, meus queridos, nestas coisas da alta finança há que andar sempre com pezinhos de lã... (ó Rita, filha, é por causa dos cacos de vidro que há no chão.  Se não acredita, pergunte ao senhor engenheiro Gonçalves e ao Paulinho que lhe partiu o jarrão!) 

E, é tudo. Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
14Out

Renato Prado dixit

renato prado.jpg

Prezados Leitores,

Ora então cá estamos nós em mais um Domingo Santo e este, então, é santíssimo!  Claro que me refiro ao evento da semana, a inauguração em Fátima da nova e chiquérrima igreja da Santíssima Trindade (ai que idiota, Rita, então não sabe que eram três os pastorinhos?  Daí a Trindade, tá ver?).

Bom, a arquitectura é assim tipo Siza Vieia, tão a ver?  Pois, o problema é esse, é que quase nem se vê, não é?  É assim do género Minimalista (sei lá Rita, virá do nome do arquitecto italiano Minimal).  Mas é catita, porque não tem aquelas torres com o relógio oferecido pelo emigrante da França que toca aquela música horrorosa daqueles santinhos pechisbeque feitos na China.

Outra imagem de grande impacto deste fim de semana é a do Congresso do PSD.  Confesso que me vieram as lágrimas ao ouvir o novo líder (adoro o francês!) falar para o povo!  O senhor doutor Luís Filipe de Menezes (até que enfim, um político com pedigré no apelido!) é o homem certo para o povo.  Aliás, com a prestimosa ajuda do meu querido Pedro Santana Lopes, agora é que vão ser favas contadas.

Porque a política, meus queridos, tem sobretudo a ver com o conteúdo, isto é, com a imagem e com a forma como se faz passar a imagem. Vejam que bem trabalhado que está o nosso Primeiro Ministro.  Cheio de conteúdo!  E, a dobrar, porque quando aparece num evento na TV - dia sim, dia sim, para não saturar - repete sempre quando deve repetir: 

- temos algo de novo a anunciar, baixamos o défice (sei lá o que é, Rita!)  e a baixa do défice é um facto novo;   falo com rigor, porque o orçamento é de rigor; vamos aumentar o investimento público, porque o aumento é de rigor e é, tal como prometemos nas eleições com relação ao desemprego, um facto novo;  e, por aí fora.

Conteúdo, meus queridos, conteúdo!

E, é tudo. Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
30Set

Renato Prado dixit

renato prado.jpg

Prezados Leitores,

É deveras uma satisfaccão que me vem cá do meu mais profundo in (poético, não acha, Rita?) estar, de novo, na vossa querida presença.

E, como dizia o grande García Lorca, "honni soit qui mal y pense" (estou a tirar um curso acelerado de inglês), porque esses maldosos cronistas dos programas da TV da tarde, esses não têem categoria para estarem num blogue chiquérrimo e de alto garbarito (ai Rita, a menina é que tem de saber como é que se escreve!) como o Pateira.  Isto, claro, esquecendo certas personagens de bassfond (a facilidade com que me sai o inglês!) ligadas aos alternes que, sinceramente não sei aonde arranjaram convite. 

Porque a imagem e as relações públicas têem regras, têem etiqueta, tão a ver?  Claro que nem toda a gente pode ter berço em Cascais ou na Quinta do Lago (um xi muito grande ao meu querido André Gonçalves, que continua charmoso, como sempre).  Tome-se como exemplo a nossa mais recente classe política:  tudo vem lá das berças, da Guarda, Trás-os-Montes, e assim.  Prontos, esta gente não viu mundo, não vê a praia, coitados.  Mas daí até se mostrarem grosseiros e rufias...

Nós pertencemos a um terceiro mundo europeu.  Nós não somos uma república das bananas (eu cá prefiro as grandes, os plátanos, tá a ver, Rita?). Fico horrorizado quando vejo alguém ser tratado de tiranete (ou seria batanete?) só porque é pequeno, feio e baixinho.

Por último, deixo aqui o meu abraço de solidariedade para com o meu querido PSL.  O que aqueles pindéricos da SIC-Notícias lhe fizeram durante a entrevista foi de uma desfaçatez atroz.  Oiça Pedro, também o menino não seja mauzinho... afinal era o Zé Mourinho que estava a chegar.  E o homem arrasa, tá a ver querido?

E, é tudo. Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
18Mar

Gala RTP 50 Anos

RTP_50.jpgPrezados Leitores,

A RTP vestiu-se de gala para comemorar o seu 50.º aniversário, em directo do Coliseu dos Recreios, num grandioso espectáculo apresentado por Catarina Furtado e José Carlos Malato, no passado dia 7 (ou foi a 8, Rita, ai estes comprimidos do Alzeimer, matam-me!).

Um espectáculo grandioso para recordar as glórias, as músicas, as figuras, os acontecimentos, as notícias e as imagens da nossa história.   Eu adorei e fartei-me de chorar.  Aliás como toda a audiência, foi um choro pegado (até o meu Jonas, Rita, parecia uma Madalena!) 

Mas, meus queridos, "busines é busines" (adoro, o franciú) e um profissional do meu gabarito tem de comentar.  Porque houve alguma piroseira, mau gosto e falhas como a daquele senhor que apareceu a cantar - sem saber a letra e fora de tempo - por cima do meu sempre recordado Tony de Matos: "só nós dois é que sabemos o quanto nos queremos bem, só nós dois é que sabemos e mais ninguém" (eu e o Jonas adoramos, Rita!).

Foi, de facto, uma galeria de velharias célebres, ou não fossem estes os 50 anos da RTP.  Eu, por exemplo, tenho horror só de pensar que dentro de alguns anos vou lá chegar... (cale-se, não diga disparates, Rita!)

Eu adorei ver o arquitecto Sousa Salgado (ou é Veloso, Rita?) , porque me lembrei da TV Rural, o programa mais famoso da RTP e que, ainda hoje continua a ser transmitido, 24 horas por dia, em todos os canais portugueses (mauzinho, eu, Rita?).   

"Caros leitores, despeço-me, com amizade, até ao próximo programa"..

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
11Mar

A Moda Lisboa

modalisboa1.jpgPrezados Leitores,

Começou na 5ª-feira no Museu Nacional de História Natural mais uma edição da LisboaFashionWeek (ai que pindéricos, Rita, a usarem o francês!), que durante quatro dias dá a conhecer as propostas para o Outono/Inverno 07/08 dos principais criadores de moda nacionais. 

Prontos, esses tais criadores são do género Alexandra Moura, Dino Alves, Nuno Gama, Filipe Faísca, Ana Salazar, José António Tenente, Ricardo Dourado, Ricardo Preto, Lara Torres, Katty Xiomara, Luís Buchinho, Miguel Vieira e aquela outra que anda sempre com as mamas amostra e que agora não me lembro, por causa dos comprimidos alzaimer que estou a tomar.

Como diz a publicidade, a  ModaLisboa prossegue com a sua missão de dar a conhecer o melhor da Moda Portuguesa. Só que não consegue! (má-língua é você, Rita!).

Esta gente que nem sequer tem o mínimo de cultura para convidar pesoas altamente qualificadas na matéria como eu, passa o tempo a mostrar os trapos uns aos outros, porque mais ninguém os vê.  Quanto a venderem algo só se for... (ai, eu não quero ser mauzinho, Rita!) 

É um horror o despilfarro de dinheiro que os poderes públicos, câmaras e o meu querido PSL gastam com esta treta.  Se me derem metade, trago-vos cá o Galliano, o Yves e o Gaultier.  Eles iam adorar passear, comer e beber à conta dos portuguesinhos.  Porque esses sim, têem caché (detesto inglesismos!) para isso.

E, é tudo. Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
04Mar

As Manifes da Intersindical

manife.jpgPrezados Leitores,

Espero que não tenham passado pelo horror de assistirem à manife da Intersindical na tarde de sexta-feira dia 2 (foi sexta, Rita, porque fui à premiere com o Jonas).  Foi simplesmente pavoroso!

Eu que detesto política e essa coisa dos sindicatos, comunistas ou lá o que é, não posso ficar indiferente quando vejo tanta pinderiquice nas ruas da nossa Lisboa.  Porque eu adoro os trabalhadores, já tive imensos a quem pagava com cheques das minhas clientes (ai Rita, e depois vinham queixar-se a mim!) e não posso deixá-los nas mãos de gente rústica como este senhor Carvalho (é que com este apelido, nem sei o que me faz lembrar!).

Então é assim, meus queridos trabalhadores:  vocês protestem com o senhor Carvalho!  Exijam vir para Lisboa de Alfa, ou na TAP, mas nunca por nunca, naqueles autocarros do Barreiro, a cairem de podres, que horror!

Outra coisa:  mandem embora os bombeiros (ai, Rita , acho-os muito queridos, fazem-me lembrar os marinheiros do Cezariny) que andam a dar ao bombo!  Peçam, para animar a manife, uma verdadeira orquestra sinfónica ou então o Elton John para vos cantar aquela da Diana (ó Rita, a Diana foi-se, mas a boa vida dos trabalhadores também!) que acho o máximo.

E, oiçam, meus queridos:  em vez de se manifestarem durante o dia, façam-no de madrugada que está muito na moda, dão vida a Lisboa e não me chateiam a mim que estou a beber um copo no Frágil.

E, é tudo. Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
25Fev

Rodolfo Valentino

rodolfovalentino.jpgPrezados Leitores,

O italiano Rodolfo Alfonso Raffaello Pierre Filibert Guglielmi di Valentina d'Antonguolla (ai, que já me cansei, Rita), na vida artística Rodolfo ou Rudolph Valentino, partilhou com outros super-divos do cinema de Holigude o destino de poucos (cinco) anos de sucesso delirante, seguido de uma morte precoce e imprevista (é o destino que mais me apavora Rita, porque quem morre, deixa de estar vivo!) .

A morte apanhou-o ainda jovem de apenas trinta anos devido a um ataque de peritonite (sei lá Rita, era a doença daquele futebolista, o Peyroteu!) mesmo antes da criação do cinema sonoro (conhece a do Teodoro, Rita?).

Para mim, ele foi o protótipo do "amante latino" e que me perdoe o Jonas que também tem o seu lado de ZéZé Camarinha, que eu adoro!  Nos seus filmes, carregados de  magnetismo erótico, interpretou sempre o amante romântico, com um olhar penetrante que o transformou em ídolo do público feminino

Participou em "Os 4 Cavaleiros do Apocalipse", o "Sheik", o seu maior sucesso, "Sangue e Areia", "A águia" e em 1926 fez aquele que seria o seu último filme, "O Filho do Sheik".  Diz-se que, após a sua morte, muitas mulheres se siucidaram e o seu funeral foi seguido por mais de 100 mil pessoas.  Se fosse hoje, não sei quantos queridos é que iriam cometer a mesma loucura (ai, eu não Rita, eu sou muito másculo!).

E, é tudo. Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
18Fev

La Méson Hermès

hermes_paris.jpgPrezados Leitores,hermes_embleme.jpg

(Ai, Rita, há qualquer coisa de errado com este título, isto os inglesismos!) 

Bom, é claro que não conhecem o sr. Thierry Hermes que era um senhor alemão que veio para Paris em meados do século XIX e aí instalou uma méson (ai, soa-me a espanhuelo!) de selas ( selos? não seja cavalgadura, Rita!) para cavalos e demais roupagem cavalar.  Prontos, já perceberam o porquê do emblema da Hermès.     

Em 1880, a Hermès instala-se neste belo edifício da foto, no nº 24 Faubourg Saint Honoré, mais próximo da clientela chique que passeava as suas charretes nos Champs-Elysées, agora dirigida pelo filho, Charles-Emile Hermes.

Desde 1978, a Hermès é dirigida por Jean-Louis Dumas-Hermès que dinamiza a famosa seda, o coiro e o prêt-à-porter, com novos métodos de fabricação, sem abandonar as técnicas tradicionais que fizeram a imagem de alta qualidade e exclusivo design (adoro o franciú!) da casa.

A relojoaria foi introduzida em 1979, a partir de uma filial suíça (ó Rita, não sabe que é lá que está o nosso dinheiro?) e, mais tarde lança os produtos de faiança, cristalaria e joalharia.

Com a criação da sua holding (palavra horrorosa!) em 1976, o "Groupe Hermès International" estendeu a sua presença a nível mundial.

E, prontos, meus queridos.  Adorava mostrar-vos a echarpe Hermès que o meu querido Jonas me ofereceu no Dia dos Namorados, mas não quero que fiquem com inveja (emprestar-lha, Rita?  Arranje uma Jonas para si querida, mas antes mude esse look pavoroso!).

E, é tudo. Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
11Fev

O Alberto João é um Jardim

Al-J.jpgPrezados Leitores,

(Percebeu o trocadinho, Rita?  A Madeira é um jardim e o Alberto João também.  E, se fosse besta, era o Jardim Zoológico!  Giro, não acha?)

Prontos, meus queridos, hoje tenho de desviar-me das minhas crónicas eruditas sobre os grandes da moda, para falar de um grande da política nacional:  o meu querido e adorado Alberto João.

Confesso que tenho inveja da qualidade da escrita do Al-Jó - o diminuto é porque, para mim, ele é o nosso homem das Arábias - nas crónicas do Diabo e daquele Jornal lá da Ilha, que é super charmosa.  Como sabem, a Madeira é só para a mais alta finesse  (detesto inglesismos!) das leidis da Roménia e do Pralistão.  Aliás gostaria de propor ao meu Al-Jó que fizesse no seu Jardim um grande evento interilhéu tipo Favos (ou será Dados, Rita?), mas não a convidar aqueles gordos horrorosos da banca e tal, mas sim gente gira e que tem muito para nos dizer, como a Paris Hilton, o Bod Woodward, o Becam e sua simpatiquérrima Espice, e, claro, o afilhado do Al-Jó, o Ronaldo (ai Rita, o miúdo tem cá um xuto-canhão!), mas sem aquela possidónia da Merche, que o rapaz merece coisa mais fina, tipo Hola espanhuela.      

Ai, já me esquecia (sou um escritor divagante, Rita).  Prontos o que eu queria dizer é que acho um horror o que as víboras dos jornalistas do continhente andam para aí a mexericar, pelo facto do meu querido Al-Jó - não confundir com esse posssidónio do Al-Gore, por causa do tamanho da barriga - subesitiar (subesidiar, não me soa, Rita) os jornalistas da Ilha.  O que os do continhente têem é inveja, porque os seus colegas da Madeira têem dinheiro para irem às conferências do Al-Jó de fato e gravata, ao passo que, por cá, parecem uns rotos mal enfarpelados.  Cubanos castrados! 

E, é tudo. Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
04Fev

Ralph Lauren

ralph_lauren.gifPrezados Leitores,

Sabiam que o meu querido, charmoso e admirado Ralph não é Lauren?  O apelido é Lifshitz (copiou bem, Rita?) e era filho de um pintor da construção civil.  Meus queridos, bendito pincel que gerou tal monstro da moda!

O Ralfi começou cedo na paixão pela finesse (detesto inglesismos!) da moda.  Nova Iorquino, apenas adolescente, e já comprava fatos caros (seria a usar o pincel, como o pai, Rita?).  Isto, a minha Nova Iorque é a folie!

Mas a tolice passou-lhe, casou e teve três filhos (eu adorava adoptar, tá tão badalado, não acha Rita?).  E, pasmem, ainda hoje é casado com a mesma! 

Mas a história começa em 1968, quando o Ralfi arranjou quem lhe emprestasse $50,000  para criar a famosa casa Polo Fashions (só neste país é que não há investidores a sério, só para aquelas que tenham grandes bubies, que horror!).  Desde esse ano, a Ralph Lauren evoluiu para os fatos de homem, camisas, gravatas, vestidos, enfim tudo o que se possa vestir ou, de preferência, despir (ai, que mauzinho, Rita). 

Mas o Ralfi é também um homem do must (adoro o franciú!):  tem uma espantosa colecção de popós, outra de pinturas e outra de casas .  Ele pode ser tudo o que quiserem, mas pindérico é que não é.

A propósito, vocês iriam adorar a minha colecção de polos Ralph Lauren, sobretudo os meus tons de rosa, pink e rosé (eu essas mixórdias não bebo, Rita, só champanhe) com apontamentos e riscas green e verde alface.  São o máximo!  Mas com este frio, só se fôssemos todos para o Brasil.  Ai, que saudades daqueles sambas em roda de comboio! 

E, é tudo. Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
28Jan

Gianni Versace

Gianni_Versace.jpgPrezados Leitores,

É com os olhos marejados de lágrimas (ele inspira-me, Rita) ao ver a foto aqui ao lado que resolvo falar-vos, hoje, de um dos grandes da moda, Gianni Versace.

Gianni fundou a sua própria marca, a Versace, em 1978, depois de ter trabalhado para a Callaghan, a Genny e a Complice, (sei lá Rita, casas finas, tá a ver?) criando,  assim, umas das maiores e mais importantes casas de moda de hoje. O seu estilo de moda considerado ultra-caro, ultra-luxuoso e ultra-glamorouso (ai, o homem era todo ultra, se calhar lá do futebol da Inter de Roma) tornou-o um dos protagonistas-chave da cultura popular, desde o "look" (adoro o Francês!) ostensivamente gastador e o "power dressing" (chiquérrimo o franciú!) dos Anos 80 aos excessos espampanantes do "gueto" (é judeu, Rita) no final dos Anos 90.

Eu adoro, sobretudo, o seu uso de estampagens, de siluetas «sex bomb» e as referências à cultura da Antiguidade Clássica (ó Rita, não seja ignorante, por Deus, falo da América dos caubóis)  granjearam-lhe uma invejável clientela de ricos e famosos.

Infelizmente, o seu noivo, Andrew Cunanan, assassinou-o cobardemente com dois tiros na sua casa, na Riviera de Miami Beach  (também, com esse apelido, Cu_Na_Nan, era de desconfiar, não acha Rita?).

Depois da sua morte, as rédeas da empresa foram tomadas pela sua mana, a possidónia da Donatella Versace.

E, é tudo. Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem


Domingo
21Jan

Moda, Imagem e Comunicação

renato prado.jpg

Prezados Leitores,

O meu tema de hoje é bastante hermético (sei lá Rita, tipo taparuere, tá a ver?), pelo que vou tentar ser o mais simples possível para que possam entender o meu pensamento.

Não nos vestimos apenas para cobrirmos o corpo ou nos comportamos de certa maneira sem uma qualquer razão.  Estamos a usar meios - sinais, símbolos - para atingir certos fins.  Por exemplo, a moda do biquini fio-dental usada pelos brasileiros seria escandalosa na América do Sr. Bushe, ao passo que nas Maldivas (é ao pé da Baía, Rita) é muito apreciada.

Isto quer dizer (ai, Rita, o melhor era copiar o texto todo e já está!) que os meios não são universais, mas dependentes do receptador (receptor deve ser erro, Rita).  Portanto, a moda, a comunicação e a imagem dependem de factores culturais e da relativa liberdade que cada pessoa tem de os interpretar.  Por isso a moda é essencialmente individual (ai, Rita, não percebo nada, esqueça a cópia!).

Prontos, o que eu vos quero dizer é que a moda não é assunto para as lojas do shopingue, mas assunto de profissionais que sabem adaptar o "look" (belo, o francês!) de cada um, às necessidades da sociedade envolvente (Rita, registe este pensamento, senão aquela jornalista do Público copia-o).

E, finalizo com as sábias palavras do meu Colega Gilles Lipovetsky (italiano, Rita, italiano): "Tal é a grandeza da moda, que remete sempre mais o indivíduo para si mesmo; tal é a miséria da moda que nos torna cada vez mais problemática para nós mesmos e para os outros."  Chique, lindo de morrer, não acham? (ai, o homem fala chinês, credo!)

E, é tudo. Bem hajam, e até Domingo.

Renato Prado, consultor de imagem