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Music Os comentários e pensamentos diários do Pateira... lo que se dice y piensa a diario en Pateira... our day-to-day business... ![]()
Terça-feira, Julho 1, 2008 at 11:00AM This one is from TEDTalks: A leading interpreter of Mahler and Beethoven, Benjamin Zander is known for his charisma and unyielding energy -- and for his brilliant pre-concert talks. Here he is helping us all realize our untapped love for classical music -- and by extension, our untapped love for all new possibilities, new experiences, new connections. Great talk!
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Music
Segunda-feira, Junho 30, 2008 at 11:00AM 
Enhorabuena, campeones!!!!!
Hola, que tal?
¡Campeones de Europa!
Un gol de Fernando Torres y España se proclamó campeona de Europa!
Hemos vengado a nuestros hermanos portugueses contra los boches de Alemania.
Y ahora, de verdad:
"campeones, campeones".
Venga, hasta luego, me voy de copas.
Viva España!
Desde Madrid, Emílio Santoro
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Domingo, Junho 29, 2008 at 11:00AM Na área empresarial vive-se, de há uns anos a esta parte, o paradigma da "qualidade". E digo vive-se, não por acaso, mas porque a questão da qualidade faz parte do dia-a-dia do gestor, do responsável intermédio, dos colaboradores, em geral. Sente-se como parte integrante do lado profissional de cada um de nós.
Todos concordamos que a qualidade é necessária e que, sem ela, não há viabilidade. E eu pergunto-me se será tanto assim. Pergunto-me, por exemplo e porque trabalho em Lisboa, se quem determina ou permite que haja tanto carro e tanto motorista ao serviço do Estado tem alguma noção do que é qualidade. E não me venham com a treta da demagogia, do privado invejoso das regalias dos dirigentes públicos. Não tenho o hábito de me procupar com aquilo que os outros têm ou deixam de ter. Reparem, que, tanto os motoristas como os "passageiros privativos" são, em cerca de 90% dos casos, gordos e anafados. Nem para os próprios corpos há um pouco de qualidade. E para o ar que todos respiramos? E para os cofres, isto é, para os impostos, haverá aqui alguma espécie de qualidade na aplicação dos mesmos? O nosso dinheiro desperdiçado em carros, em motoristas? Neste exemplo, antes sequer de se pensar em qualidade, pense-se em bom senso. E até no respeito devido aos cidadãos comuns.
Como é que nos convencemos de que a qualidade é um paradigma, isto é objectivo prioritário, quando fechamos os olhos a tanta falta de qualidade, a puro desperdício e esbanjamento à nossa volta? Como é que suportamos o insulto à nossa inteligência quando vamos a uma simples repartição pública solicitar uma 2ª via de um documento qualquer? Como é que preenchemos formulários absolutamente idiotas, desprovidos de objectivo e que, se calhar ninguém lê, só para justificar o facto de nos pedirem o pagamento de uma taxa?
Quem responde na Justiça, na Saúde, no Ensino, perante todos nós, pela absoluta falta de qualidade em tantos e tantos processos, métodos, normas, medidas, atitudes, etc.? Se compro uma simples televisão, tenho direito a tudo em matéria de qualidade. E ai de quem a vende e não dá total e absoluta garantia de perfeito funcionamento, pelo menos, por dois anos. E quem é que me dá 2 anos de garantia por um tratamento médico, por um acto de justiça ou pela qualidade do ensino dos meus filhos? A que DECO é que me dirijo? Para que fornecedor alternativo mudo?
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Sábado, Junho 28, 2008 at 11:00AM
Caros e Incautos Leitores,
Anda por aí muito gato escondido com o rabo de fora, Por Diós!
Mas, lá terei de ser eu, mais uma vez, a mostrar a esses vossos olhos míopes aonde está o rabo. Pensai, por exemplo, no forrobodó dos exames dos meninos. E que vedes vós? Que foram fáceis, que os meninos tiveram boas notas. Mas, pensai, o que quer dizer fácil, o que são, neste contexto, boas notas? Tão simples como isto: o que estes exames são é o meio de avaliar não a qualidade do ensino, não o conhecimento dos meninos, mas a produtividade do sistema do ensino. E o que é isso? É como as fábricas de chouriços: o sistema funciona bem se muitos passam, poucos chumbam e poucos ou quase nenhuns desistem. Agora, se os meninos que acabam assim o seu 12º ano estão aptos a entrarem nas universidades ou aptos a entrarem no mercado do trabalho, perguntai aos reitores das universidades e às associações patronais... ou já conheceis a resposta?
Outro exemplo: o tal acordo sobre as leis laborais. Sai o Socras da reunião com os parceiros sociais de sorriso de orelha a orelha, vai a correr para uma reunião com os responsáveis da OCDE e diz - com o tal sorriso - que uma das recomendações desses patrões do capitalismo acaba de ser posta em prática pelo governo chucha. Porreiro, pá! Mas aonde está o rabo? Na tal ideia de, para o ano - ano de eleições, recorde-se - quem contratar os desempregados não paga segurança social. Ainda não percebeis? Com este truque, vai baixar o nível do desemprego! Mas isso é bom, não é meus incautos? E, já agora, quem paga? O tal plano de recuperação dos fundos da segurança social que era suposto durarem mais 50 anos. Tal e qual como aquela tropa fandanga da abrillada fez: no caso, esvaziar os cofres deixados bem cheios pelo Chefe. Até que enfim que percebesteis. Vós ides pagar a marosca, mais tarde tereis menores pensões e descontareis mais e durante mais anos e pior do que tudo isso: ireis votar outra vez nos chuchas, com o tal sorriso parvo de orelha a orelha.
Só vos digo que com estes socialistas e esta crise, não vai haver santo que vos valha!
Escrevei-me, mas... cautela com o meu lápis azul!
O Provedor do Pateira, Prof. Emerenciano Cuadrado
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Sexta-feira, Junho 27, 2008 at 11:00AM
Small steps? Sure I can handle it: "One Small Step Can Change Your Life: The kaizen Way" by Robert Maurer, Ph. D.
Workman Publishing, New York
First step: what is kaizen? By simple words: continuous improvement.
The word Kaizen is a compound Japanese word. "Kai" means "little," "ongoing," and "good". "Zen" means "for the better" and "good". The word has become part of the Toyota Production System (TPS) where it means "small continuous improvements on everyone's part".
Second step: So, Kaizen is one more theory about leadership and management, one elaborate sert of smoke and mirrors for consulting firms to charge you an arm and a leg? Not quite..the key issue here is that the elimination of wastes is the fundamental, bottom-line, measurable objective of kaizen. As you guessed, It is also a philosophy, a way of living.
And that is what this books talks about: dealing with you day-to-day life as well as companies, sure, but aiming at continuous improvement, taking small steps, eliminating waste. So what waste are we talking about? Your smoking, drinking, gambling bad habits; you weight excess, your stress, your forgotten heart, maybe?
As Dr. Maurer says, "when failure isn't an option" - imagine the pilots who take off and land from navy decks, or a cardiac-risk behaviour - you must do something! By training yourself to spot and solve small problems, you can avoid undergoing much more painful remedies later. So, what about doing something for that belly of yours that cannot stop growing? And, as Lao Tzu said:
"A journey of a thousand miles must begin with the first step." So start by reading this small book.
Robert Maurer is an Associate Clinical Professor at the UCLA School of Medicine, a behavioral health instructor at the California Health & Longevity Institute in Westlake Village, California, and runs The Science of Excellence, a consulting firm.
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Quinta-feira, Junho 26, 2008 at 11:00AM Por aquilo que vou lendo nos jornais, parece que o governo de José Sócrates continua empenhado em "oferecer" computadores aos alunos do secundário. E digo "oferecer", porque é muito fácil fazer de Pai Natal quando são os outros a pagarem as prendas. E a moda parece estar a pegar, pois até a Ordem dos Advogados se lança no programa. Se não acreditam, vejam aqui.
Cá por mim, não vou pedir ao Sr. Bastonário dos Engenheiros para fazer o benchmarking respectivo ao Dr. Marinho e Pinto. Pela simples razão que não acredito em almoços de borla.
Agora, e para falar das PMEs, gostava de saber por onde anda o famigerado Plano Tecnológico. Por exemplo, de que forma é que as PMEs interessadas em avançar na área das tecnologias de comunicação e informação poderiam beneficiar desse Plano. Não é por nada, mas se alguém precisa e, com urgência, de aumentar a produtividade são as PMEs. Não os estudantes do secundário - até porque para os modernos exames de matemática nem simples máquina de calcular é precisa. As novas tecnologias servem para aumentarem a competitividade das empresas por via do incremento da produtividade. Não são bibelôs para serem mostrados aos colegas de Bruxelas, conjuntamente com os fantásticos incrementos obtidos nos resultados escolares.
Se o Sr. Primeiro Ministro em vez de andar a promover plataformas para uso de software americano ao preço do ouro, juntasse as cabeças pensantes do Plano Tecnólogico e das universidades portuguesas para o desenvolvimento e disponibilização de software à borla - e bom! - como o Linux, se implementasse uma política de imigração construtiva, convidando - não é deixando entrar -, por exemplo, tecnológicos indianos, garanto que a rentabilidade seria outra..
E digo isto, porque sei que José Sócrates é um convicto admirador das tecnologias nórdicas. Talvez que, se em vez de se fazer fotografar a si e a todo o seu governo com o americano Bill Gates, convidasse e falasse com o finlandês Linus Torvalds, a política das ofertas seria outra, bem mais proveitosa para o país. Mas aí, já não haveria computadores portáteis "à borla" para a malta levar para a praia, com ligação de banda larga móvel ao hi5 e ao MSN. Porreiro, pá!
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Business
Quarta-feira, Junho 25, 2008 at 11:00AM
Bossa Excelência queira desculpar este tratamento por Nelinha, mas a gente do pobõe do Norte somos assinhe: carinhosos, carago! Inté porque Bossa Excelência é abozinha e suponho que a sua netinha tambenhe a bai tratar por bòbò Nelinha.
Escrebo-lhe para a parabenhizar pela sua eleiçõe no recente congresso realizado no berço - a Nelinha pra berços não falha um, carago! - da pátria essa bela terra de Guimarães. As palmas foram mais que muitas. Pro nosso sinhore inginheiro, padrinho do moço lá de baixo, que se despediu do actibo. Mas a Nelinha ponha-se a pau que o inginheiro de Abeiro bai andar por aí.
Agora e com todo o apreço e futura amizade, debo abisar a Nelinha que as suas companhias... ora benhe! Anda pra aí muito sulista elitista e quando eles dizem que são do Norte é tudo inimigo do FêCêPê! Ponha-se a pau Nelinha. E olhe que nem sequer me estou a lembrar que o mano da Nelinha é lagarto...
Outra coisa: essa de dizer que não quer obras porque não há guito e ele é preciso prós pobres... é tudo mentira, Nelinha! Isso não são pobres, são gaijos que estão a bibere a sacar o rendimento mínimo aos chuchas. Essa bandalheira não quer mas é trabalhar! É tudo uma cambada de mandriões.
Agora a Nelinha bem dizere que quer acabar com as obras, com o betón? Atão cumu é? E o meu amigalhaço Coelhone, bai construir o quê? Ó Nelinha, olhe que bêm aí eleições e só se ganha com o guito... bai pedir ajuda à cambada dos malandros que não querem trabalhar?
Num bá na conbersa dos tesos. Esqueça isso, que as obras dão muito emprego, muito inbestimento, muita narta a chegar da terra dos bifes e tal. Bai ber que com muita publicidade, muito candidato a deputado, muito candidato a directore-geral, bai ganhar as eleições e tá andar de mota. Agora tem é de juntar-se ao bons. E fuja do Rio, que a água tem poluiçõe!
Um seu admiradore, Zé T.
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Terça-feira, Junho 24, 2008 at 11:00AM
Dear Carla,
Hi, My boyfriend and I have a long-distance relationship. To hold us over between visits, he really wants to have phone sex. How do I get this going?
Martha
Phone sex, hum...?! A little boring, don't you think Martha?
Well. let's see... use your imagination. Share your hottest desires, describe details from your favorite fantasy or tell him, step-by-step, what you wish you were doing to him. Explain to each other exactly what you're doing and how it's feeling. He'll go nuts, believe me.
Just talk with him as you normally would and ease into a more intimate exchange by saying something as simple as "I wish you were lying next to me." Or lift his libido by reminding him of an incredibly hot session you had together. If that is true, of course!
By the way, don't you have internet and a webcam? You must do something about it, Martha! Phone is out!
And remember Martha, sex must go deep, right?Kisses,
Carla Miranda, PhD in Sexology
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Segunda-feira, Junho 23, 2008 at 11:00AM
Hola, que tal? Un estudio sobre las pequeñas y médias empresas reveló que el 23% de las empresas con más de 10 trabajadores (48.230) es de construcción y promoción. Otro 3,5% (7.321) es dependiente de este sector. Ello suma que el 26,5% de las empresas va a sufrir directamente la crisis inmobiliaria. Por otro lado, el tipo de interés medio de los préstamos y créditos a sociedades no financieras ha pasado del 4,77% de cierre de 2006 al 5,65% de marzo de 2008. Para empresas con una facturación inferior al millón de euros está en el 6,17%. En los cinco primeros meses se han registrado casi tantos concursos de acreedores, 836, como en todo 2007, cuando se registraron 952. En este contexto de turbulencia, que afectará a una cuarta parte de las empresas en España, se vivirá un proceso de concentración. Y que le vamos a hacer?
Pero bueno, hoy vamos a lo que importa: España y tambiém Casillas han derrotado a Italia y, por fin, estamos en las semifinales de la Eurocopa. Los penaltis de este partido de la Eurocopa se han convertido en la emisión más vista de la historia de la televisión en España con una media de 15.372.000 espectadores! Para un duelo de porteros, los lanzadores cumplieron al mandar a puerta todos sus lanzamientos. Pero Iker Casillas demostró más reflejos al detener dos de cinco. Mejor que Buffon, que sólo pudo con Güiza. 88 años sin derrotar a Italia y ahora pues, jueves por Rusia y a la fnal.
Y ahora, de verdad: "campeones, campeones".
Venga, hasta luego,
Desde Madrid, Emílio Santoro
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Domingo, Junho 22, 2008 at 11:00AM A acreditarmos nos jornais, um dos promotores da recente "revolta dos camionistas" não passa de um reles oportunista com um passado nada recomendável. Mas é um "político". De quarta categoria, é certo, mas mesmo assim, usa e abusa da bandeira partidária para "levar a água ao seu moinho". Tal e qual como outros célebres "políticos" que comandaram a "revolta da ponte" no tempo de Cavaco Silva. Registo, tão só, as coincidências e a afinidade entre a condução de um veículo pesado e a condução dos destinos políticos deste país. Mas não há aqui nada de inovador para quem se lembre do célebre Jimmy Hoffa e da sua "International Brotherhood of Teamsters" americana. Nem a componente mafiosa parece faltar por cá.
Com isto não quero dizer que os pequenos empresários da logística sejam desse calibre. Também a grande maioria dos protestantes do episódio da ponte o não eram. Agora que deveriam ter mais cuidado com os "assessores de ocasião", deveriam. E o mesmo se aplica aos chamados "movimentos de indignação cívica" que começam a pulular com os buzinões contra o aumento dos combustíveis. Não é necessário nenhum serviço de informações para lobrigar que dedos andarão a mexer os cordelinhos. Vamos lá a ver se mais algum ministro da república não vai cair na esparrela de receber testas-de-ferro para um "amigável diálogo", ou pior, uma "frutífera negociação".
E, a propósito de negociações está visto que não se pode acreditar em assinaturas nem apertos de mão. Mais, é preciso muita cautela antes de se pronunciar a frase de encerramento, o agora convencional, "porreiro, pá!". Quando menos se espera, aparecem uns labregos insignificantes - cerca de 1 mísero milhão em 400 milhões, vejam lá! - a darem cabo do arranjinho. E o pior de tudo é que acabam por arruinar a obra-prima do nosso Primeiro que nunca esperou que, depois de tanto sacrífcio e esforço pessoal, pudesse aparecer este bando de ingratos! Ora porra, pá!
Frase esta pouco tempo depois repetida por uma tal de Gilberto Madail, referindo-se a um cabeçudo burrogesso alemão de nome impronunciável. Isto, quando se conta com o ovo no cu na galinha...
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Sábado, Junho 21, 2008 at 12:20PM
Caros e Incautos Leitores,
E, mais uma vez, deixamos fugir o pássaro, Por Diós!
É que isto é tudo muito fácil! Vencer a Alemanha, era canja. Termos o melhor treinador de selecções do mundo é canja. Termos o melhor jogador do mundo é canja. Ganharmos tudo e a todos é canja. La vida es muy fácil...
O petróleo aumenta? Muy fácil: os iates dos portugueses consomem gasóleo a 0,80 euros o litro. O custo de vida aumenta? Muy fácil: um reformado da Portugal Telecom - e da política, já agora - processa a dita empresa porque acha que deveria auferir 30.000 euros de reforma mensal em vez dos míseros 18.000 que está a receber. A drogadita que veio ao Rock in Rio não presta? Muy fácil: faz-se um show com a Madona, a 60 euros a cabeça e vendem-se todos os bilhetes numa semana, a meses do tal concerto. Chumba-se muito a matemática e português? Muy fácil: fazem-se exames para tótós e diz-se que o ensino está em franca melhoria de qualidade, pelo que, de facto, não se justifica - de todo - a avaliação do magnífico corpo docente existente e permanente.
Os casmurros da Irlanda não querem saber do Tratado de Lisboa? Muy fácil, ou fazem novo plebiscito e votam sim, ou caem fora. Não há solução para a crise energética? Muy fácil, os Estados Unidos da Europa vão às petrolíferas, retiram-lhes os lucros e entregam-nos aos pobres - de espírito, isto é, políticos, funcionários públicos, digníssimos representantes do povo europeu em Bruxelas e Strasburgo e restantes famílias de parasitas e sanguessugas - à la "Robin Hood". E... chega de bater nestes inválidos, Por Diós!
E é esta a vossa democracia, meus pobres leitores. Estais entregues à bicharada. Prometem-vos o paraíso na terra e depois são sempre os mesmos a gozar as delícias do Éden. Vós também estais lá: só que vos reservaram o posto de jardineros para aparardes a relva e tratardes das árvores de fruto dos moradores de primeira. É que nem a uma trinca na célebre maçã tendes direito. Vae victis...
Escrevei-me, mas... cautela com o meu lápis azul!
O Provedor do Pateira, Prof. Emerenciano Cuadrado
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Sexta-feira, Junho 20, 2008 at 11:00AM Com o risco de poder parecer algo parco em patrotismo, a verdade é que foi com uma ponta de alívio que assisti à derrota de ontem de Portugal. Não pela derrota em si, porque não gosto nada de perder, mas porque o jogo marcou o fim da nossa presença neste europeu.
Costuma-se dizer que tudo o que é em excesso cansa. E excesso foi "conduto" que não faltou, desde a festa permanente em Viseu com tudo o que era "gente cor-de-rosa" até àquela recepção dos nossos emigrantes na hora da chegada da equipa à Suíça. Aí, nem se esperou pelo início da festa quanto mais pelo fim que é a tal hora do foguetório e do apanhar das canas.
Culpa e muita terá a nossa comunicação social que se está a transformar em pasquim ondulante, ora virando à esquerda ora à direita, ora eufórica, ora derrotista. O que interessa é o ondular, der por onde der. Critérios, respeito pela notícia e pela análise da mesma, informação, são aspectos secundários. Conta é o soundbyte, o gerar de audiências, a receita publicitária. E essa atitude, espero eu, também acabará por cansar os portugueses.
Assim sendo e até às Olimpíadas, teremos direito a um reparador intervalo e a pensar nas nossas vidas. Mas lá que irão surgir carradas de potenciais medalhados de ouro que virarão latão, disso eu não tenho díuvidas. Preparemo-nos com mais alguma dose de estoicismo.
Agora, a verdade é esta: não fosse o azar e aquele árbitro, é pá, inté os cumíamos! Olé ,Olé, Campiões, Campiões!
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Life
Quinta-feira, Junho 19, 2008 at 11:00AM
Como sou um comentador com status e gabarito tipo Rui Santos - mas sem brilhantina - não tenho por hábito escrevinhar previsões por "dá cá aquela palha", como faz a maioria dos comentadores a soldo dos "habitués do sistema".
Mas, para o Portugal - Alemanha de hoje vou abrir uma excepção, com base nas análises das condicionantes pertinentes a um desafio "mata mata", que o mesmo é dizer que quem perde só poderá queixar-se da Lei da Vida. Ou tu ganhas ou tu te...
É certo que dentro das condicionantes que previamente enunciei, ressalta o facto do Míster Scolari ter assinado pelo Chelsea. Para o team dos Viriatos, este novo posicionamento do Míster é perfeitamente claro. Para o Chelsea, o futuro a Deus pertence!
Segunda condicionante não menos importante do que a primeira, relaciona-se, dentro da mesma lógica da saída do Míster, com a anterior saída/pedido de dispensa do Deco. Isto é claro e por isso não vou mencionar nomes, muito menos o do empresário Jorge Mendes.
Dito isto, só me resta deixar-vos o meu prognóstico para o match de logo à noite. Que tinha escrito num bilhete... mas não nesta carteira... pois foi... ficou no hotel!
Só que agora, já não tenho hipótese... senão não chego a tempo... será que vos posso mandar nova crónica lá mais perto da meia-noite?
Saudações desportivas,
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Quarta-feira, Junho 18, 2008 at 11:00AM Tanto quanto me lembro, o Pateira já foi "pescado pela net" há mais de 3 anos e nunca aqui se falou do que é que o autor faz para "ganhar a vida". Diz-se apenas que é empreendedor, licenciado em engenharia - das autênticas, certificadas pelo IST de Lisboa e pela respectiva Ordem - e MBA. Acrescenta-se agora que é co-proprietário de uma PME, ou mini, como prefiro chamar-lhe.
Mas, se estão à espera que desate a fazer publicidade quer da empresa quer dos produtos/serviços que a mesma comercializa, desenganem-se. Para isso, existirá - talvez, não garanto - um miniblogue próprio. O Pateira é e será, enquanto existir, apenas um passatempo; não é negócio, é conhaque!
No entanto, como não se vislumbra ninguém por estas internets dos Viriatos a falar - com conhecimento - do que é isto de gerir uma PME em Portugal e porque, às vezes, dá arrepios ver como muitos dos verdadeiros problemas deste país passam "a leste" de muitas mentes "iluminadas" que por cá vão espalhando a sua luz, julgo que não será despropositado falar - de vez em quando - com o "saber de experiências feito".
E para arranque notem, por favor, o seguinte: isto é Portugal e não a Finlândia, a Suiça, a Alemanha ou a Suécia. Quer isto dizer o quê? Que às nossas PMEs falta, comparativamente, a mais preciosa das matérias primas: a qualificação dos gestores. Pois é, primeira constatação: a formação dos portugueses é, de longe, muito mais importante do que o preço do gasóleo, os maus governos, a localização geográfica, as autoestradas, as pescas, etc., etc.
Tivesse este país investido logo após Abril/74 no ensino de qualidade e garanto-vos que um Sr. Eng./MBA a dirigir uma PME portuguesa não seria excepção, mas sim regra. E aí outro galo cantaria...
E, para lição, pela matéria nuclear me fico. Porque assim, meus caros leitores, V.Exas. percebem logo porque é que a Classe - nós todos, portugueses - apanhou um valente chumbo! Agora, repete-se a matéria, porque, ao que parece, o mundo não vai acabar amanhã.
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Business
Terça-feira, Junho 17, 2008 at 11:00AM
Dear Carla,
With my last boyfriend, I would go down and lick it clean after... you know. He loved it, but I am worried about doing it with my next guy. In general, do guys like this, or would they find it completely disgusting?
Janice
With an end like that Janice, you’re not gonna get many complaints. But you never know; So while most guys would find your stick-and-lick tendencies quite delicious, other, perhaps more uptight (and mildly retarded) ones, may find them, well, tasteless!
There are ways to tell whether your new man might be into your lipstick on the dipstick trick or possibly something freakier still. Does he like to experiment with different sexual positions, or are his moves so vanilla that doin’ it facing the wrong way on the bed sends him into a tizzy? Does he dive right down on you, or do bodily fluids freak him out? If you think he tends toward the former, then go ahead, send in the cleanup crew!
If not, can I send your phone number to our readers?
And remember Janice, sex must go deep, right?Kisses,
Carla Miranda, PhD in Sexology
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