Os comentários e pensamentos diários do Pateira... lo que se dice y piensa a diario en Pateira... our day-to-day business... ![]()
Entries from May 1, 2006 - June 1, 2006
Pontius Pilate
Quinta-feira, Junho 1, 2006 at 08:07PM
If there were still any doubt about Pilate's doubt to condemm Jesus , the gospels report that after authorizing his execution, Pontius Pilate "washes his hands."Ok, but what about other body parts, did he wash them too?
No, because he was a swine!
Are there any accounts of him having a Jaccuzzi?
Man..!, even 50 Cent has one!
Jerhome C. Fuchs in “Tubology, the Church of the Future”, Year Zero of the Tubology New Era, McGregor & McArthur ISBN 123xx6789??
A Sociedade Civil
Quinta-feira, Junho 1, 2006 at 02:36PM
No final do seu 1º "Roteiro", o Presidente da República, falando a uma jornalista, disse que, para ajudar a solucionar o problema da exclusão social, deveria haver uma maior participação da Sociedade Civil. Como penso que nem a própria jornalista entendeu o alcance do comentário, vale a pena fazer o seguinte exercíco:É sabido que a comunidade dos "bloggers" cresce exponencialmente: há milhões de pessoas no mundo a comunicar para alguém. Sem custos. Suponhamos que 1% desses comunicadores tem milhares de leitores diários. Acontece isso até em países de pequena dimensão como Portugal.
Portanto, existe um número apreciável de portugueses que, voluntariamente, comunicam para muitos milhares, interna e externamente. São participantes activos, mesmo que estejam a defender interesses próprios como ideologias, produtos, promoção pessoal, etc. Estão abertos a serem contactados para causas comuns.
Neste blogue, já se promocionou acções da Ordem dos Engenheiros - para o que, mesmo sendo membro, tive de solicitar a informação! - , da AMBA, da UNL, etc. Como resultado, aparecerão 1 ou 2 participantes a mais. É pouco, mas multipliquemos isto por mais 100 bloggers e temos um acréscimo da participação - leia-se produtividade do evento ou causa de 10%. Repito: de borla, sem custos!
Como já fui rádio-amador (CT1AHQ) e porque estes nasceram logo com a rádio, participei em procura de medicamentos, auxílio a catástrofes, eleições, contactos entre familiares, "jamborees", rallyes, promoção da imagem e produtos portugueses, etc. Todos usufruimos da boa-vontade dos Charlie Tangos ou "Hams" - alguns, infelizmente, presos a cadeira de rodas, mas cidadãos de pleno e úteis à sociedade -. Mais uma vez, de borla. Os rádio-amadores só reclamavam para si a satisfacção de poderem colaborar.
É disto que fala o Professor Cavaco Silva.
Politics Loewe Individual - iF Gold Award
Quinta-feira, Junho 1, 2006 at 09:41AM
Guten Morgen,
During last CeBIT in Hannover, the Loewe Individual TV LCD was awarded the Oscar of Design, the golden statue iF.
With a total of 50 products awarded among almost 2000 products coming from 37 countries, only one was awarded with "The Best" on design. The Loewe Individual. Why?
Because it is an innovative product given the fact that it offers to the consumer the possibility of "designing" the TV set according to his/her tastes and preferences. Technical features, exterior looks, materials and mounting solutions can be combined in a unique and personalized final product. Eight box colours are available and the lateral panels are movable with several options of finishing materials and colours.
This wonderful Loewe design is the final art work of Phoenix Design, Stuttgart, a must among designers.
Bis Bald
Mathias Schaeffer reporting from Mörfelden-Walldorf, Germany
Sodom & Gomorra
Quarta-feira, Maio 31, 2006 at 06:56PM
Why where Sodom and Gomorra destroyed?Obviously, Sodom was destroyed because of the sons-of-a-bitch of the Sodomists.
But why kill the Gomorrists?
By pure mistake!
Jerhome C. Fuchs in “Tubology, the Church of the Future”, Year Zero of the Tubology New Era, McGregor & McArthur ISBN 123xx6789??
Guerra nas Escolas
Quarta-feira, Maio 31, 2006 at 02:37PM Não ligamos nenhuma ao ensino? Não, porque todos os dias alguém fala sobre isto: pais, professores, políticos, empresários, comentadores, enfim toda a nossa sociedade está preocupada.
Porque não queremos investir na educação? Não, investimos muito mais do que a maioria dos países desenvolvidos. Quanto aos outros, nem vale a pena comparar.
Porque não temos professores, auxiliares de educação, psicólogos, médicos, sistema de transportes, edifícios escolares, cantinas, ginásios, piscinas, aquecimento, bibliotecas, computadores, etc, em quantidade suficiente? Também não.
Então, aonde é que está o problema? Na utopia do projecto!
Pensem e comentem... vale a pena, porque estes jovens são o nosso futuro.
Politics Farmácias
Quarta-feira, Maio 31, 2006 at 09:37AM
É justo que se reconheça trabalho a este governo. O 1º Ministro apontou o dedo à questão das farmácias, logo no arranque, isto é na tomada de posse e não desistiu. Sinceramente gosto dos teimosos.Outro teimoso é o Ministro da Saúde. Só Deus saberá o que lhe custou chegar a um acordo - não o que desejaria - com a Associação das Farmácias. Não será o óptimo para todos nós, mas é bom.
Há poucos dias um grande empresário disse que o Engº José Socrates tem todas as condições para ficar na História. Eu, aqui, referi que tinha preparação para ser campeão em corridas de fundo.
Tanto para a História como para o final da corrida, ainda falta muito. May the "Teimosia" be with you!
Politics Faith & Reason
Terça-feira, Maio 30, 2006 at 06:43PM
The Nobel Prize-winning theoretical physicist Steven Weinberg once wrote:"the more the universe seems comprehensible, the more it also seems pointless."
Weinberg was claiming that science paints a picture of our universe as a vast purposeless place in which we can see no evidence of a point for ourselves as human beings.
Bullshit! Join Tubology now and we will give you a point. And if you bring a friend, you will be awarded 5 extra points!
Jerhome C. Fuchs in “Tubology, the Church of the Future”, Year Zero of the Tubology New Era, McGregor & McArthur ISBN 123xx6789??
Internacionalização - III
Terça-feira, Maio 30, 2006 at 02:36PM
Começou a 2ª dinastia dos reis de Portugal por encontrar primeiro a solução do conflito com Castela - não descurando, ao mesmo tempo, o "arrumo da casa" - seguido da implantação de bases no Norte de África e na Madeira e Açores. Foi este o primeiro pilar.
Afluiram a Portugal, certamente não por obra do acaso, mareantes, cientistas, cartógrafos, banqueiros, ordens religiosas, comerciantes, técnicos de construção naval, etc. que constituiram a tal "massa crítica".
O desígnio ou cultura dos Descobrimentos - a conquista e domínio do comércio do Oriente, com a evangelização do seus povos - estava claramente definido, bem como todos os "fringe benefits" que daí adviessem, tais como o comércio de escravos - uma forma de financiamento e de aliciamento para os parceiros da internacionalização -. Aqui podemos encontar o terceiro pilar.
Quanto ao segundo - a plataforma tecnológica - estará, por certo, na mítica Escola de Sagres que simboliza todo o laborioso trabalho de aquisição de conhecimentos, de registo, de cartografia, de "trial and error", de logística, etc. desenvolvido pelo Infante D. Henrique e pelos seus mais chegados colaboradores. Acresce ainda um eficaz e inovador sistema tributário - pouco falado na História - introduzido pela administração do reino
Em relação à marca: o chamado Estilo Manuelino – a introdução de motivos ornamentais marítimos e iconográficios simbolizando o poder régio-, a caravela portuguesa e os padrões e construções de praças-fortes subsistem passados mais de 5 séculos e, ainda hoje, em mercados de alto potencial e tão distantes como o Japão são a marca Portugal.
Os reis portugueses também não esqueceram as parcerias locais, bem pelo contrário. Os Franciscanos e a Companhia de Jesus lá estiveram, esta última logo após a sua fundação; o célebre Prestes João foi procurado com essa intenção e Vasco da Gama, entre outros, foi mestre na gestão do uso do "pau e da cenoura" para atrair parcerias contra os competidores da época: Mouros, Venezianos, Genoveses, etc.
Penso que no que se refere a estratégia, pouco ou nada se poderá inventar. A questão está no saber e no querer aproveitar as oportunidades, quando elas surgem. E, em dispender muito trabalho, sacrifício e esforço. Pelo menos, é esta a lição que eu retiro do conhecimento da História.
Economics Internacionalização - II
Terça-feira, Maio 30, 2006 at 10:06AM
(...)(...) Discutida a questão do "porquê", passamos ao "como", isto é, quais as condições necessárias para empreender uma estratégia de internacionalização.
Assim, coube mais uma vez ao Dr. Castro Henriques dar a sua visão, que resumiu a quatro pilares:
Consolidação do "franchise" interno, isto é, uma boa quota de mercado no "home market".
· Uma boa plataforma tecnológica.
· Massa crítica.
· Criação de marca / "brand awareness".
Por plataforma tecnológica não se imagine só computadores e redes, mas sim toda a estrutura de criação e gestão de informação e comunicação, formação e controle para as diversas áreas de negócio, que pode assumir "n" variantes. A questão é possuir uma que seja competitiva para o mercado-alvo, ou, em alternativa, possuir a necessária flexibilidade para adquirir novas, mais ajustadas ao desafio.
Quando se refere a questão da "massa crítica" não podemos limitar esta capacidade à existência de quadros com a experiência, "know-how" e formação necessárias para assumirem o desafio da internacionalização. Aqui, todos os membros do painel falaram na importância decisiva da existência da "cultura" da empresa. Isto é o que explica que aquilo que à partida pareceria mais lógico - a exploração de mercados afins, como o Brasileiro - afinal se revelasse como mais difícil, quando comparado com mercados como o da Polónia ou da Grécia. E isto não se passou só com a banca. Também a área da distribuição e das telecomunicações conheceu esta realidade.
Quanto à marca, é um desiderato de todos aqueles que procuram expandir mercados. Mas leva tempo e requer uma estratégia que seja consistente e "affordable", pois os recursos não brotam do chão.
Uma última questão muito pertinente: avançar só, ou com um parceiro local? Todos foram unânimes em preferir as parcerias - até pela especificidade da banca que lida com o Estado, Autarquias, grandes empresas, private, logo necessita de networking local - mas limitadas no tempo. A verdade é só uma: todos querem assumir o controlo total das suas operações. (...)
Economics Adam & Eve
Segunda-feira, Maio 29, 2006 at 06:58PM
Adam only knew what loneliness was after Eve’s arrival.
So, if you cannot cope with loneliness, what to do?
Do not marry Eve, Stupid!
Guru JCF
Internacionalização - I
Segunda-feira, Maio 29, 2006 at 02:45PM
Num país que atravessa uma forte crise económica, a banca é um caso de sucesso: gera lucro, é competitiva. O porquê é objecto de controvérsia. Já se sabe que há quem pense que isto é fruto de regime especial de tributação, de negociatas imobiliárias, de promiscuidade com o poder, cartelização, etc. Nunca, por nunca, de mérito dos operadores. Daí que tenha algum interesse didáctico observar como actua a nossa banca "fora de portas", longe, portanto, dos tais ambientes de favor, supostamente existentes entre nós.Organizado pela AMBA - Alumni da Nova -, realizou-se no passado dia 25, na Fundação Gulbenkian, um interessante debate sobre a Internacionalização da Banca Portuguesa. A moderação esteve a cargo do Presidente da AMBA, Francisco Froes e contou com a participação de 4 membros da Associação que ocupam cargos de relevo nos principais bancos privados a actuar em Portugal.
De acordo com o Dr. Castro Henriques - Millenniumbcp- haverá 3 motivações principais para um banco português "ir ou estar lá fora":
Acompanhar a diáspora portuguesa, casos da década de 60 e 70.
Razões históricas e de "modas" que têm a ver com os processos de privatizações e fusões ocorridos na década de 80/90 e acompanhamento de clientes-empresas nos seus respectivos processos de internacionalização. mas também o "estar presente" nas praças de referência como Nova Iorque, Londres ou Paris.
Razões estratégicas de mercado (criação de valor para os accionistas) - o novo mercado do Euro surgido no final da década de 90.
Do "lado oposto" da bancada esteve o Dr. Stock da Cunha - Santander Totta - um banco "de fora" que está cá. Pela dimensão e pela estratégia próprias, estamos perante um banco Ibérico com fortes pretensões no mercado regional do Euro, mas que vai além pela sua forte presença no mercado latinoamericano. Joga noutro campeonato, o da globalização.
A visão "panorâmica" foi dada pelo Dr. João Freixa - BES - um estudioso do mercado das fusões que referiu que, nos últimos anos existe, na Europa, um forte movimento de concentração dos mercados financeiros com o consequente desaparecimento dos "players" mais pequenos. Já se perfilam no horizonte 5 grandes bancos regionais europeus com uma quota de mercado próxima dos 80%! Fica a dúvida se os bancos portugueses estão ou não a fazer fila na "cadeia alimentar" destes grandes predadores. (...)
Economics Mesas y Letras
Segunda-feira, Maio 29, 2006 at 09:36AM
Hola, que tal?Pues en Barcelona con mi Maria de fin de semana. Vale?
Una de las tendencias más destacadas en el ocio de Barcelona en los últimos años ha sido la incorporación de las letras – cultura, hombre! - a la oferta tanto culinaria como nocturna.
Así, desde el celebrado restaurante La Biblioteca (Junta de Comerç, 28), que ofrece, además de una deliciosa cocina mediterránea creativa, la posibilidad de leer y comprar libros de cocina, hasta La Central del Raval (Elisabets, 6), una librería con un café que se ha convertido desde su apertura en punto de reunión indispensable para los lectores de Barcelona.
Por no hablar del Café de les Delícies (Rambla del Raval, 47), clásico ya del café, el dulce, el libro y, por qué no, el gintonic, o Lletraferit (Joaquim Costa, 43), más moderno y alternativo, pero igual de dulce, que yo alcohol, ni hablar.
Aquí en Barcelona se lee mientras uno se divierte. Y yo a por ello, joder!
Mi problema es que cuando me paso con la caña, o la copa, a mi las letras ya no se me encuadran bien. A ver que estoy necesitando de gafas. Hóstias!
Venga, hasta luego,
Desde Barcelona, Emilio Santoro
Life,
Emílio Santoro The Knowledge Society
Domingo, Maio 28, 2006 at 04:22PM
In the knowledge Society, success and failure are hands-in-hands. Well succeeded knowledge professionals – CEOs, doctors, consultants, professors – reach a high-income level at their forties. If the job is all they have, they are facing stress and fear.You need to diversify: Get a mistress or a lover!
Jerhome C. Fuchs in “Managing the Fast Moving Society”, 2003 Princese Halle ISBN 1xx456789twenty-two
A Semana do Renato
Domingo, Maio 28, 2006 at 10:09AM 
Hoje volto às minhas crónicas semanais e começo com a XI Gala dos Globos de Ouro, realizada no Centro Comercial do Campo Pequeno, para a qual não fui convidado, por isso não digo mais nada (ai, que mauzinho, não é Rita?).
Estas coisas supostamente importantes e "chics" só servem para a promoção das horrorosas revistas cor-de-rosa. Aliás, dei-me ao trabalho de fazer um estudo (provocou-me uma enxaqueca pavorosa, Rita!) sobre essas inutilidades. Assim tipo daquele que a bancada do CDS fez sobre os remédios...
Em conclusão, não dá para entender como é que numa revista de 200 páginas, mais de 100 são de publicidade a sério, 50 de publicidade encapotada e o resto são fotografias de perúas! E as pessoas pagam, para comprar! Como diria o nosso querido Presidente: tenham pena dos excluídos!
Do Rock in Rio também não falo, porque o meu querido Paulo Teixeira Pinto se esqueceu de me mandar o convite VIP e o António Carrapatoso também.
Ai, Rita, com tanta ingratidão, consultor de imagem, sofre! Tenho de pedir uma avença ao Henrique Granadeiro...
E, é tudo. Bem hajam e até Domingo.
Renato Prado, consultor de imagem
Life,
Renato Prado Meu Caro Eça
Sábado, Maio 27, 2006 at 08:04PM
O nosso Presidente alertou-nos para os casos de exclusão, chamando a atenção para os mais velhos que viram aumentar-lhes a idade da reforma, baixar a comparticipação nos medicamentos, baixar o ritmo de crescimento das pensões, e se calhar, retirar-lhes o 14º mês. Isto está difícil. É que não dinheiro!Mas veja só: vamos gastar 20 milhões de contos a mais, numa autoestrada transmontana para "salvar a pele" de 7 lobos!
Palavras para quê, não é meu caro Eça?
Politics 

