Luís Antunes | Comments Off |
Art Os comentários e pensamentos diários do Pateira... lo que se dice y piensa a diario en Pateira... our day-to-day business... ![]()
Domingo, Abril 1, 2007 at 10:00PM 
Gallé Vase, Pateira's Collection
by Emile Gallé, French Art Nouveau glassmaker, 1846-1904
Luís Antunes | Comments Off |
Art
Domingo, Abril 1, 2007 at 04:00PM From Wikipedia:
Art Nouveau (French for 'new art') is an international style of art, architecture and design that peaked in popularity at the beginning of the 20th century (1880-1914) and is characterized by highly-stylized, flowing, curvilinear designs often incorporating floral and other plant-inspired motifs. The name 'Art Nouveau' derived from the name of a shop in Paris, Maison de l'Art Nouveau, at the time run by Siegfried Bing that showcased objects that followed this approach to design.
A high point in the evolution of Art Nouveau was the Exposition Universelle of 1900 in Paris, in which the 'modern style' triumphed in every medium. It probably reached its apogee, however, at the Esposizione Internazionale d'Arte Decorativa Moderna of 1902 in Turin, Italy, where designers exhibited from almost every European country where Art Nouveau flourished.
Art Nouveau made use of many technological innovations of the late 19th century, especially the broad use of exposed iron and large, irregularly shaped pieces of glass in architecture. By the start of the First World War, however, the highly stylized nature of Art Nouveau design — which itself was expensive to produce — began to be dropped in favor of more streamlined, rectilinear modernism that was cheaper and thought to be more faithful to the rough, plain, industrial aesthetic that became Art Deco.
Luís Antunes | Comments Off |
Art
Domingo, Abril 1, 2007 at 10:00AM
Ora benhe,
As minhas iscas têem sido um sucesso do carago, ó broeiros! Precisaba é de um subesídio do QREN - Quadro da Roubalheira Estratégica Nacionale - bindo lá dos bifes da Europa. Fazia umas obras lá na sede da Afinfalhe - uns jacuzi e uns pribés com pau de dancingue - e compraba mais uma mercedolas tipo SUB.
Bom, bamos começar com os libros... ó Micha que é dos libros, murcón? Tudo bendido? Tá a andar de mota...
Então bamos aos casos da semana: cumeço com a currupçõe. Uma bandalheira dum camano! Uma pouca bergonha! Tudo desorganizado, carago! Bai um gaijo fazere um resorte no Alentejo e já não sabe a quem é que se paga... é o gajo da câmara, o chulo do ambiente, os gajos da Quercus, o mouro dos sobreiros... não pode ser! Organizam-se! Bãoe aprender ao Brasile, à Itália, a Chicago. Leiam o manual dos Sopranos, porra! Isto tem de ser como na tropa: paga-se ao majore e este distribui pelo capitõe, pelo tenente, sargento e tal. Nota Cinco para a corrupçõe portuguesa.
Segundo caso, o cartaz da imigraçõe nacionalista: se o meu Micha Kutuzobe apanha esse gaijo do bigodinho e da perinha... atão querem pore na rua as minhas escortes? Tudo doutoradas em quiropatia, massaije e dança do pau? Esses nacionalistas é tudo uma cambada de maricóns! Nota Sete pro cartaz.
Última nota: Nota 4 x 18 para os exames finais dos inginheiros portugueses. Pra que possam estare abilitados a construire o nobo aeroporto da OTA.
- Ó Belmiro, bai sere a nossa bingança carago! Os mouros bão-se afundar no pântano!
E, mai logo inté os cumemos, carago! Biba o FêCêPê!
Eu me assino: Inginheiro José Trombinhas
Luís Antunes | Comments Off |
Sábado, Março 31, 2007 at 10:00PM 
Pelikan - Temple of Artemis - 2006
Finish: Silver
Luís Antunes | Comments Off |
Culture
Sábado, Março 31, 2007 at 04:00PM 
Our Lord Jesus said:
"We come to love not by finding a perfect teacher, but by learning to see an Independent teacher perfectly"
Brothers and sisters, let us pray together:
We don't need no education
We dont need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Kids, leave them teachers alone!
Hey! Kids! Leave them teachers alone!
All in all it's just another brick in the jailWall.
All in all you're just another brick in the jailWall.
Luís Antunes | Comments Off |
Guru JCF
Sábado, Março 31, 2007 at 10:00AM
Caros e Incautos Leitores,
Estais todos de dentinho afiado à espera que vos fale de resultados de certo concurso de TV. Mas já vos haveis esquecido que sou um emérito professor universitário? Acaso pensais que peroro sobre tais bagatelas...Por Diós!
Isso é para as grandes cabeças pensantes que hoje tendes. Como aquele senhor Pacheco Pereira que andava há bons anos de punho no ar a gritar lá por aquele chinoca gorduroso e vermelho do Mao. Ouvisteis o homem a clamar que tínhais eleito Salazar, porque o programa era um espectáculo de emoções? Percebesteis o que ele vos estava a chamar? Saloios! Nem mais.
E, ainda acrescentou que vós todos erais iletrados. Ou seja, burros, porque sois analfabetos e não o sabeis. Mas, como ele disse, hoje tendes o grande benefício de não haver censura. O que ele não vos disse é que até o próprio Salazar - de resto, tal como eu - era contra. Se a censura alguma vez existiu no Estado Novo foi para vos proteger. Para evitar que gente desta classe vos insultasse ou pior, vos levasse para os caminhos da perdição e do mal-fadado comunismo marxisto-leninista.
E vai daí, acolitado pelo caceteiro do Coelhone - quem se mete com o PS leva! -, conta-vos um conto de fadas: que no tempo da outra senhora - quem, a D. Maria? - já havia pedofilia, havia Independentes, havia 4 exames no mesmo dia, tudo a 18 e 19s, havia Bragaparques, etc. Olhái para o que vos digo: se havia gente dessa, estava tudo dentro de Caxias ou de Peniche. O vosso mal, foi terem aberto as portas desses finos estabelecimentos no 25 de Abril.
E tem esta intelectualite de agora a distinta lata de vos querer enrolar com estas ladainhas do Avô Cantigas! E isto em canal pago! Dizerem que antigamente não se podia ver um bom par de ma... seios, na TV! Tentai ver o canal 18. Nada, porque os filhos da p.. quero dizer, programadores, cortaram-nos o sinal. Isso sim, que é censura. E, eu, democraticamente, sou contra!
Escrevei-me, mas... cautela com o meu lápis azul!
O Provedor do Pateira, Prof. Emerenciano Cuadrado
Luís Antunes | Comments Off |
Sexta-feira, Março 30, 2007 at 10:00PM 
Parker - The Snake - Sterling Silver - 1997
Luís Antunes | Comments Off |
Culture
Sexta-feira, Março 30, 2007 at 04:00PM
Today it's the heavy stuff: "The Origins of Totalitarianism" by Hannah Arendt, 1951
Portuguese version, "As Origens do Totalitarismo", Dom Quixote, 2006
Critics said that no book was more resonant or impressive in tracing the steps toward the distinctive twentieth-century tyrannies of Hitler and Stalin, or in measuring how grievously wounded Western civilization and the human status itself had become. Arendt explains here how embedded racism was in Central and Western European societies by the end of the nineteenth century, and how imperialism experimented with the possibilities of unspeakable cruelty and mass murder.
Much of this book is stunningly original, and virtually every paragraph is filled with insight. Arendt made meaningful the concept of "totalitarianism" as a novel form of autocracy, as springing from subterranean sources within Western society, but pushing to unprecedented extremes murderous fantasies of domination and revenge. The strong final chapter discusses totalitarianism regime, focusing on what Arendt argues were the two genuine forms of totalitarian government: German Nazism and Russian Stalinism. Here, Arendt discusses the transformation of classes into masses, the role of propaganda and terror, finishing with a study of the nature of individual isolation and loneliness as preconditions for total domination. A punch in your stomach!
Why reading this book, more than 50 years after publishing? Simply because if we want to understand in what kind of Europe we live today - the EC - we must know from what wreckage it started. And to avoid oblivion and new temptations...
Hannah Arendt (1906 -1975) was a German political theorist. She always refused the label of philosopher on the grounds that philosophy is concerned with "man in the singular" and her work centered, she said, on the fact that "men, not Man, live on the earth and inhabit the world".
Luís Antunes | Comments Off |
Sexta-feira, Março 30, 2007 at 10:00AM Decorreu ontem, no Palácio Belmonte, em Lisboa, o lançamento do livro "Marketing Inovador" da autoria conjunta do Prf. Bruno Valverde Cota e do meu querido Amigo e Colega, Dr. Paulo Gonçalves Marcos. Editado pela Universidade Católica Editora, este livro é prefaciado por 27! - salvo erro, e, se calhar, Guiness Record dos prefácios - ilustres gestores e académicos da praça.
Mas, demos a voz a dois desses ilustres prefaciadores que tiveram a seu cargo a apresentação da obra:
Num livro que ousa inovar conceptualmente na fronteira do Marketing, realçar a importância da inovação em Portugal é constatar que a criatividade, imaginação e a ambição são parte duma identidade vencedora que se volta a afirmar no mundo do século XXI
Carlos Zorrinho - Prf. Unv. Évora - Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico
Espero que esta obra contribua com os seus exemplos para ajudar os que praticam marketing no seu dia-a-dia, a descobrirem a importância do desenho de produtos e serviços invovadores como parte integrante da estratégia de marketing, e a valorizarem o sucesso de indivíduos e organizações que fazendo marketing criam valor para si e para os seus clientes.
João Borges de Assunção - Prf. Unv. Católica - Consultor Económico do Presidente da República
E, como de inovação se trata, o marketing do próprio livro não foi deixado ao acaso; ora visitem lá o respectivo site em http://www.marketinginovador.com/
Deixo os meus parabéns, um abraço aos esforçados autores, e a promessa de uma crítica imparcial após atenta leitura.
Luís Antunes | Comments Off |
Quinta-feira, Março 29, 2007 at 10:00PM 
Omas - Venice Carnevale - 2003
Finish: Black and White Lacquer
Luís Antunes | Comments Off |
Culture
Quinta-feira, Março 29, 2007 at 04:00PM Here is a partial transcript of Senator McCain's and CNN's correspondent in Baghdad (Michael Ware) conversations with Wolf Blitzer (CNN's program: The Situation Room):
Wolf Blitzer: Here's what you told Bill Bennett on his radio show on Monday. "There are neighborhoods in Baghdad where you and I could walk through those neighborhoods today. The U.S. is beginning to succeed in Iraq." Everything we hear, that if you leave the so-called Green Zone, the international zone, and you go outside of that secure area, relatively speaking, you're in trouble if you're an American.
Senator McCain: You know, that's where you ought to catch up on things, Wolf. General Petraeus goes out there almost every day in a non-armed Humvee. I think you ought to catch up. You see, you are giving the old line of three months ago. I understand it. You certainly don't get it through the filter of some of the media. But I know for a fact that much of the success we're experiencing, including the ability of Americans in many parts. Not all. We have got a long, long way to go. We have only got two of the five brigades there to go into some neighbors in Baghdad in a secure fashion.
Blitzer: Michael, when Senator McCain says that there are at least some areas of Baghdad where people can walk around and whether it's General Petraeus, the U.S. military commander, or others, are there at least some areas where you could emerge outside of the Green Zone, the international zone, where people can go out, go to a coffee shop, go to a restaurant, and simply take a stroll?
Ware: I can answer this very quickly, Wolf. No. No way on Earth can a Westerner, particularly an American, stroll any street of this capital of more than 5 million people. I mean, if al Qaeda doesn't get wind of you, or if one of the Sunni insurgent groups don't descend upon you, or if someone doesn't tip off a Shia militia, then the nearest criminal gang is just going to see dollar signs and scoop you up. Honestly, Wolf, you'd barely last 20 minutes out there. I don't know what part of Neverland Senator McCain is talking about when he says we can go strolling in Baghdad...
Luís Antunes | Comments Off |
Politics
Quinta-feira, Março 29, 2007 at 10:00AM Have you ever heard about "pushpin apps"? These are sites that let you build your own collection of places that you can view on a Google, MS or Yahoo maps. Frappr is probably the best known of these; it's becoming the MySpace of the mapping space. They have made it easy for anyone to create their own map, share it, and chat about it. Their traffic demonstrates people's desire for this type of control that none of the larger portals have handed over - yet.
See for yourself here:
Frappr! is the Web's best community mapper. We help turn your ordinary Web pages into interactive, fun and engaging destinations. Frappr! was launched in 2005 by Kun, James and Brian, three friends from UC Berkeley and USC who wanted to keep track of their friends' whereabouts after college. More than 2 million Frappr! Maps have been created so far, and the number keeps growing every day.
Frappr! Maps give Web site owners and visitors an easy and unique way to visualize and interact with each other. Visitors can add their name, photo and message directly on a Web page embedded with Frappr! Maps, and the Web site owner gets real-time stats on where visitors are coming from and how often they visit.Frappr! Maps is free and can be embedded on any Web page, blog or online community that supports flash embeds, including MySpace, Friendster, Xanga and Hi5. Frappr! is the fourth largest map service behind Mapquest, Yahoo! Maps and Google Maps.
Luís Antunes | Comments Off |
Quarta-feira, Março 28, 2007 at 04:00PM ... não movem moinhos!
Contava-me, há dias, um amigo que tem a pouca sorte de querer construir em Lisboa que, nos tempos que correm e lá para os lados do município olissiponense, reina o terror absoluto. Todo aquele ser com duas pernas que pretenda construir algo em solo municipal, é visto sob a forma de extraterresre com um enorme rótulo na testa a dizer Bragaparques! Rótulo este que deve ser parecido aos crachás da Polícia Judiciária ou do Ministério Público.
Vai daí, e em presença de tão perigosos investidores, os mil e um assessores da Casa recomendam o imobilismo absoluto. Assim tipo os 3 macaquinhos que enfeitam as respectivas secretárias: olhos, boca e ouvidos tapados.
É urgente levar psicoterapeutas para a Praça do Município para prescreverem uma boa cura do sono aos pobres servidores da coisa pública. Para todos, sem excepção. Recomendaria - pro bono - de preferência, que a tal cura fosse feita lá pra os lados do Tibete, local muito recomendável à meditação profunda.
Se preciso fôr, recordo que, entre outras coisas menores, estão em causa muitos postos de trabalho.
Também recordo aos senhores responsáveis políticos que o que se está a passar é muito vergonhoso para a respectiva imagem da classe. Não se admirem, portanto, das tais saudades do Salazar e dos novos movimentos estudantis. Façam lá o "arranjinho" do centrão da ordem, mas depresssa. Sem ser necssário o tal "bem".
Como alguém uma vez disse: deixem-nos trabalhar!
Luís Antunes | Comments Off |
Politics
Quarta-feira, Março 28, 2007 at 10:00AM
Esta ideia de querer centrar o problema da OTA na questão da engenharia pura e dura é um pouco o tapar do sol com a peneira.
Não há, de facto, nenhum problema de engenharia. Há algumas divergências naturais entre técnicos e que devem ser discutidas nos gabinetes, nos laboratórios, nas obras. Como, de resto, se passa em qualquer projecto de média/grande dimensão.
Dizer então que a questão é de natureza política seria condenar-nos à desgraça, dada a categoria média dos nossos políticos, longe, muito longe, do prestígio da engenharia portuguesa, que chega e sobra para aeroportos, movimentos de terras, aluviões, estacarias, etc.
A questão, se calhar, é de regime. O tal novo aeroporto começou a ser pensado em 1969 - quase 40 anos! - ainda com o Salazar vivo, ou, pelo menos, a respirar. E, não tivesse este caído ou não da tal cadeira, ou tivesse tido um sucessor da sua talha, o tal aeroporto estaria feito em meados da década de 80. Sem muitas ondas e com pouco ruído, à boa maneira conventual do Estado Novo.
Só que houve o 25 de Abril, o PREC, o maná financeiro da Europa, a criação do mega exército do funcionalismo público, as mil e uma leis para tudo e para nada, os mil e um departamentos burocráticos para os boys, etc. Toda esta trapalhada em que Portugal se transformou faz com que a criação de qualquer infraestrutura média ou grande se transforme em pesadelo nacional. Mudar o bidé de uma casa-de-banho, em Portugal, com projectos, licenças etc. é o equivalente moderno a Tutankamon resolver mandar fazer o seu túmulo: um buraco monumental!
Porque este país está um caos de ingovernabilidade, atolado em burocracia, em quintinhas de interesses, e com uma tremenda falta de gente capaz de tomar decisões políticas. Isto para não sermos anedóticos e falarmos em pensamento estratégico, coisa que não se aprende - nem se cheira - em certas universidades da treta, nem nas berças beirãs. Esta é que é a triste realidade das OTAS, dos Alquevas, dos TGV, dos túneis do Marquês, dos euro estádios e, por aí fora.
Agora, pelo menos, deixem os engenheiros em paz e, se querem efectivamente resolver os problemas dos pântanos, metam-se lá dentro, de balde em punho!
Luís Antunes | Comments Off |
Politics