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Culture Os comentários e pensamentos diários do Pateira... lo que se dice y piensa a diario en Pateira... our day-to-day business... ![]()
Sexta-feira, Dezembro 1, 2006 at 10:00PM Easter Island, Rapa Nui or Isla de Pascua
According to local oral traditions, Polynesians settled the island, bringing bananas, taro, sweet potato, sugarcane, as well as chickens and rats. The island at one time supported a relatively advanced and complex civilization
The island once possessed a forest of palms and it has generally been thought that native Easter Islanders deforested the island in the process of erecting their Moais- large stone statues. Experimental archaeology has clearly demonstrated that some statues certainly could have been placed on wooden frames and then pulled to their final destinations on ceremonial sites.
The overall picture for Easter is the most extreme example of forest destruction in the Pacific, and among the most extreme in the world: the whole forest gone, and all of its tree species extinct. The first great ecological disaster provoked by human interaction with nature.
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Culture
Sexta-feira, Dezembro 1, 2006 at 04:00PM Habré de levantar la vasta vida
que aún ahora es tu espejo:
cada mañana habré de reconstruirla.
Desde que te alejaste,
cuántos lugares se han tornado vanos
y sin sentido, iguales
a luces en el día.
Tardes que fueron nicho de tu imagen,
músicas en que siempre me aguardabas,
palabras de aquel tiempo,
yo tendré que quebrarlas con mis manos.
¿En qué hondonada esconderé mi alma
para que no vea tu ausencia
que como un sol terrible, sin ocaso,
brilla definitiva y despiadada?
Tu ausencia me rodea
como la cuerda a la garganta,
el mar al que se hunde.Jorge Luís Borges (1899 - 1986)
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Culture
Sexta-feira, Dezembro 1, 2006 at 10:00AM O que para muitos é crime, só para poucos pode ser apenas vício.
Benjamin Disraeli
Ou seja, o vício é apenas o reflexo nas elites daquilo que, quando é cometido pelas massas, é crime. A perversidade da humanidade, quando aceite pela sociedade, transforma-se e o acto deliberado assume a forma de qualidade psicológica inerente, que o homem não pode rejeitar ou escolher.
Passa a ser uma moral imposta de fora, dominadora e com a força da droga que domina o viciado. E, claro, o viciado não pode ser responsabilizado, porque a sociedade concede-lhe a negação da responsabilidade.
Aceita-se assim o crime como fatalidade e todos podem ser suspeitos de alguma inclinação por ele. Quem não teve já medo de cair no vício da droga? Quem, no futuro, não terá medo de cair no vício do tabaco?
O problema será se, amanhã, essa tolerância for substituída pela decisão de liquidar não apenas os verdadeiros criminosos mas todos aqueles que, por "defeito genético" estão predestinados a cometer certos crimes. Basta pregar-se, vezes sem conta, a necessidade de libertação social do perigo em potencial.
Portanto, a introdução das chamadas salas de chuto poderá não ser a aceitação social, tão desejada por alguns, mas apenas o prenúncio da errradicação do mal. Vejam-se os casos de alguns hospitais públicos em Inglaterra, onde se questiona o dinheiro "mal gasto" no tratamento do cancro pulmonar em doentes viciados em tabaco.
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Culture
Quinta-feira, Novembro 30, 2006 at 10:00PM Kerensky and the October Revolution
Alexander Kerensky adopted a policy which isolated the right-wing conservatives, both democratic and monarchist oriented. His philosophy of "no enemies to the left" greatly empowered the Bolsheviks and gave them a free hand, allowing them to take over the military arm or "voyenka" of the Petrograd and Moscow Soviets.
His arrest of Kornilov and other officers left him without strong allies against the Bolsheviks, who ended up being Kerensky's strongest and most determined adversaries as opposed to the right wing, which evolved into the White Movement.
During the Kornilov Coup, Kerensky had distributed arms to the Petrograd workers, and by October most of these armed workers had gone over to the Bolsheviks.
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Culture
Quinta-feira, Novembro 30, 2006 at 04:00PM Já se sabe que é um modelo regulador das relações laborais criado na Dinamarca.
Já se sabe que os nossos sindicatos não querem ouvir falar de modelos importados. Para serrmos mais correctos, não querem ouvir falar de alterações à legislação laboral actual, sejam elas nacionais ou importadas.
Já se sabe que as confederações patronais, pois é, mudanças, ainda agora negociamos novas regras, importação de ideias, nós somos latinos, veremos...
Já se sabe que o governo é socialista pelo que, talvez, alguns detalhes da flexisegurança mereçam estudo. Talvez se se consultassem meia dúzia de consultoras... só para ver como é.
O que não se sabe, mas importa e muito saber, é que a Comissão Europeia vai analisar esta matéria. E, talvez, vá produzir ou aconselhar legislação. E aí, adeus sindicatos, confederações e governos nacionais.
Afinal esta Europa, que viu vetada a sua futura constituição pelos seus cidadãos, avança, pé ante pé, para se tornar, mais dia, menos dia, numa verdadeira confederação. Eu só me pergunto para quê a farsa dos referendos. Pura perda de tempo e dinheiro.
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Economics
Quinta-feira, Novembro 30, 2006 at 10:00AM A igualdade de condições, requisito básico da justiça, é uma das mais incertas especulações nascida da Revolução Francesa. Quanto mais iguais as condições são, para todos, mais difícil se torna explicar as diferenças que realmente existem entre as pessoas.
Os indivíduos quando se julgam de facto iguais entre si formam grupos que se tornam mais fechados em relação aos outros e, com isso, tornam-se diferentes. Essa desconcertante consequência levou a que houvesse uma fuga racional da tendência igualitária, deixando assim esta de ser aceite em termos dogmáticos ou de inevitabilidade.
Sempre que a igualdade se torna um facto social - por exemplo, a emergência de uma nova classe média -, sem qualquer padrão de mensuração ou análise explicativa, há pouquíssima possibilidade de que se torne princípio regulador de organização política na qual as pessoas têm direitos iguais, mesmo que se diferenciem entre si noutros aspectos; há muitas possibilidades, porém, dela ser aceite como qualidade inata de qualquer indivíduo "normal" se for como todos os outros e "anormal" se for diferente.
Essa alteração do sentido da igualdade que do conceito político passou ao conceito social, é ainda mais perigosa quando uma sociedade deixa pouca margem de actuação para grupos e indivíduos que não se enquadram, para que as suas diferenças em relação à maioria não se tornem ainda mais notórias.
Aqui sim, existe um padrão de mensuração: o nivelamento pela média ou, pior, pela mediocridade. O "contrapeso" será certamente, o apelo social à introdução da meritocracia.
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Culture
Quarta-feira, Novembro 29, 2006 at 10:00PM The Invincible Fleet - "La Armada Invencible" -
The 'Spanish Armada' was sent against England in 1558 by the Catholic King Philip II, with the intention of escorting an invading army across the southern North Sea, near the Strait of Dover.
The Spanish fleet, consisting of about 130 warships and converted merchant ships, was not defeated by the English Navy, but in the Battle of Gravelines, was scattered by an English fire-ship attack followed up with the use of artillery.
Very severe weather off the western coasts of Britain and Ireland as the fleet attempted to return to Spain after rounding the northern tip of Scotland caused that fewer than half of the ships ever returned to Spain.
Consequently, the Spanish army never set foot in England.
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Culture
Quarta-feira, Novembro 29, 2006 at 04:00PM
Ola,
Eu este sábado fui durmir a casa do meu amigo João Bernardes e antes de adormecer tivemos a convrersar sobre a mana Mariana, proque o João Bernardes não tem mana, mas sim um mano que é bué da grande proque já anda no 9 ano.
- A mana o outro dia foi ao concerto da Riana.
- Fixe! E tu não foste porquê?
- Proque era pra maiores de predolescente, daaah!
- Então se a tua mana já é pré adolescente já tem mamocas, não é?
- Já... mas são bué de pequeninas.
- Não interessa. Ela assim não é lésbica.
- Proquê?
- Porque o mano disse-me que as mamocas servem para as gajas darem de comer aos bebés.
- Isso eu sei, não sou burro como o Luís Branquinho que é um tótó.
- E não percebes Gil? Se a Mariana fosse lésbica não precisava de mamas, porque as lésbicas não têm filhos, daaah!
- Boa, pois é! E as lésbicas não casam, sabias?
- Mentira. Quem disse?
- Foi a mamã que no outro disse disse ao papá que ele só tinha casado com ela, depois de fazerem a mana.
- Aaah...
Adeus
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O Puto Gil
Quarta-feira, Novembro 29, 2006 at 10:00AM De acordo com o Jornal de Negócios, o retorno no investimento em Portugal é de aprx. 7,5%. Número que só por si, nada diz.
Mas, como somos peritos em comparações, lá vem o lado mau: na Espanha, o número sobe até aos 9,9 e na Irlanda o "prémio" vai até aos 14%. Ou seja, até no investimento, somos pobrezinhos.
Por outro lado, e a nível microeconómico, estamos de "boa saúde". Isto porque investir na nossa bolsa é bom negócio. É a que mais cresce em 2006, em toda a Europa; o melhor ano desde 1997.
E, a ser verdade o que os economistas ensinam, que a subida na bolsa precede a subida na economia, estamos no bom caminho.
Mas, por outro lado, o peso dos salários no PIB é o mais elevado na UE. Significa que a produtividade dos portugueses vai por água abaixo, tendo em conta que o salário médio de um português é baixo.
Em conclusão: vou deixar o dinheirinho - pouco e mal amanhado - debaixo do colchão, por mais alguns anos...
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Economics
Terça-feira, Novembro 28, 2006 at 10:00PM The Peninsular War
"England is a nation of shopkeepers."
Napoleon Buonaparte
One of Napoleon's biggest mistakes was called the peninsular war which was caused when Portugal ignored the continental system - an attempt to stop Britain's export and re-export trade with Europe -. The continental system instead of helping Napoleon weakened the enemy countries it weakened his own country because Britain also made a blockade against them, which worked because they had a better navy.
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Culture
Terça-feira, Novembro 28, 2006 at 04:00PM Nem a propósito:
há cerca de 2 semanas - Estado e Cultura? - perguntava eu o que é que o Governo tencionava fazer pela cultura em 2007. Pois bem, a Dra. Isabel Pires de Lima, acolitada pelo Dr. Mega Ferreira, apressou-se a dar-nos um lamiré:
O FUNERAL DA MÚSICA 2007, Centro Cultural? de Belém.
E digo funeral, porque Requiem é um insulto ao género musical.
Dito, preto no branco: este Desgoverno assassinou, tão só, o maior evento de música clássica realizado periodicamente em Portugal.
O de maior qualidade, aquele que pelo seu objectivo declarado - criar apetência de mercado para a música clássica - era a aposta mais válida, aquele que atraiu, até hoje, o maior número de espectadores, etc., etc., etc.
Parabéns. E mais não digo, porque não estou para passar cartão a esta súcia!
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Culture
Terça-feira, Novembro 28, 2006 at 10:00AM
Isto, a pouca bergonha continua, carago!
Sempre os mesmos! Sempre a atacarem a gente boa e honesta do Norte. Mas o pobõe, o pé-descalço, conhece-os!
Estoue de curaçõe, Balentinhe! Narcisinho amigo, o Zé tá contigo!
Agora benhe um Tribunal não sei de quê acusar esta boa gente de ter cartõe! Atão cumu é? O cartõe é pribilégio dos Mouros? Bocemecês não me façam falare, carago!
Cumu é que se paga o bom champanhe de Abintes, a 200 Euros a garrafa - preço de amigo, que a concorrência leba 250 -. e a companhia das meninas? Com o cartõe de casa? Pra Maria descobrire!?
Ai se eu falasse, carago! Pra já quero que o Guberno meta a mõe nisto! Esses gajos da banca ou lá quem manda nos cartões, fica-me com 5%. Mais o arrendondamento...
O Narcisinho e o Balentinhe ainda pagam mais 40% de IRS. Era o Metro do Puerto que debia pagare o imposto! Isto é representaçõe!
Ó broeiros, bocês não sejam murcóns e não paguem impostos dos cartões pessoais. Já chega de roubo!
Abiso à nabegaçõe: se isto continua assim, a garrafinha do champanhe passa a 300 euros!
Depois a minha clientela lá das leis que não se me queixe que já não podem ir às "escortes"... ó Sinhores Doutores Juízes, bocemecês não queiram ber as meninas no exercício do seu direito constitucionale à grebe...
Zé Trombinhas
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Humor,
Zé Trombinhas
Segunda-feira, Novembro 27, 2006 at 10:00PM The Munich Agreement
"My good friends, for the second time in our history, a British Prime Minister has returned from Germany bringing peace with honour. I believe it is peace for our time."
Chamberlain on his return from Germany in September 1938, after signing the Munich Agreement.
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Culture
Segunda-feira, Novembro 27, 2006 at 04:00PM Não é por nada, mas quem espera, parece nem sempre alcançar...
Esta novela das OPAs já se arrasta para lá do admissível. Calculo que não tenha sido nada fácil para a Sonaecom tomar a decisão de avançar com uma oferta de compra do gigante PT. Também não deve ter sido pera doce o processo "Millenniumbcp - BPI".
Este tipo de decisões não são o dia-a-dia das empresas. Felizmente.
Agora, a Autoridade Nacional de Comunicações e a Autoridade da Concorrência existem, entre outras coias, para tomar decisões sobre estas matérias. Estão preparados, têm regras, leis, meios.
Porque é que hesitam, entram em contradições, demoram tempo a mais?
Fica-se com a sensação que têm medo de fazer o seu trabalho. Ora, quem tem medo ou compra um cão, ou não sai de casa.
O problema é que há quem queira andar para a frente. Sem medos de assaltos ou atropelamentos. Arriscam e, só por isso, merecem respeito. De todos.
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Economics
Segunda-feira, Novembro 27, 2006 at 10:00AM
Hola, que tal?
Esta frase del ex presidente Aznar se refería al crecimiento del Producto Interior Bruto, al descenso de la tasa de paro, al "boom" de la vivienda, enfin a todos los datos del nivel de vida.
Bien, de acuerdo con un reporte de Caixa Catalunya, entre 1998 y 2003 - cinco años - las familias españolas aumentaron su patrimonio en 115%. Entre 2003 y 2006 se calcula que han añadido otros 45%, o sea a la razón de un 15% anual. A mi nadie me preguntó nada, eh!
Esto quiere decir que estamos más ricos - ellos -. El único y pequeño problema está en la deuda...
Con el euribor cerca del 4%, las hipotecas nos ahogan. Lo que vale es que el PIB se situa en el 3,7% - por Diós portugueses, que estáis en el 1 al 1,5%! - porque el consumo va bien. Por otro lado, la inflación camina al 4% - estáis mejor, no? -. De manera que mientras subimos, haciendo viviendas, los precios suben más.
El paro está en los 8,5%, pero el número de afiliados a la Seguridad Social sigue subiendo. Ya somos 18,5 millones!
Hóstias, en qué quedamos? Os fijáis porque no soy economista? És que uno ni sabe si va bien o... mal!
Venga, hasta luego.
Desde Madrid, Emílio Santoro
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